sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

O além-terra depois do além-mar

By Marco Gemaque


O além-terra depois do além-mar

Se há uma maneira de condenar a economia de um país, condene o sistema portuário dele. Há mais de 200 anos quando Dom João VI abriu os portos às nações amigas e começou um processo irreversível para a sobrevivência do Brasil. Na esteira desse cenário, há 50 anos surgiu uma das pedras principais do fenômeno da globalização: o contêiner. Em torno dessa caixa gravita a economia mundial.

Novas tecnologias surgem à logística de melhor carregar essa caixa mágica, ou escoar a produção em níveis nacional e, principalmente, internacional. A infraestrutura do porto precisa se adaptar a esse paradigma. A superestrutura, em rápidas mudanças, surge para otimizar o seu manuseio. Surge uma infoestrutura para auxiliar as outras estruturas. Há a necessidade do aumento da estruturas e, bem assim, a necessidade de aumentar fisicamente os portos ou estendê-los para além-terra: portos não estuarinos ou não abrigados. O modelo do porto, que se confunde com a área urbana com seus prédios neoclássicos, ficará para retroáreas: uma ponte entre o porto da além-terra ou de águas profundas. Dessa maneira, o urbano se beneficiará com a diminuição do impacto que o porto de moldes antigo causa na vida. E ganhará com aumento da mão de obra, logo dando a população dignidade, educação, poder de compra, etc. A natureza, mesmo sofrendo com um impacto na mudança de seu habitat, ganhará mais, pois investir na riqueza de um país através do meio ambiente que a cerca, a água, e aumentar a conscientização quanto ao seu uso.

Natureza, tecnologia e economia têm que coexistirem, a fim de diminuir o impacto sobre a realidade socioambiental. Logo, dentro dessa harmonia, o urbano usufruindo do porto direto ou indiretamente. Este, essencialmente, disciplina a desigualdade social deixada além-mar que o além-terra contribui: o porto de águas profundas.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Crise econômica não afeta a indústria naval do país dos remendos






By Marco Gemaque


“Quem perdeu o trem da história por querer
Saiu do juízo sem saber
Foi mais um covarde a se esconder
Diante de um novo mundo”
de Beto Guedes e Ronaldo Bastos

Crise econômica não afeta a indústria naval do País dos remendos

A Lei 9.611, regulamentada em 2000, desburocratizou a nossa logística portuária ? E agora, o operador de Transporte Multimodal se prepara para entrar na sua adolescência ? Parece que somos um País que caminha a passos cágados, logo sempre atrasado. A cabotagem, que poderia ser uma solução, tornar-se-á um problema. E neste barco, vem a bordo os outros segmentos e únicos possíveis: petróleo/gás e offshore. E estes seguimentos e a cabotagem parecia voarem com tecnologias dirigidas para pequenas embarcações. Só aparência de um imediatismo. Os nossos chipyards são parcos em técnicos voltados para grandes navios, logo não passamos das nossas costas. Mesmo nos áureos tempos da indústria naval brasileira, não alcançamos o comércio internacional.

Observamos esta manchete falseada: “Crise econômica a ver navios na indústria naval brasileira”. Esta notícia é uma síntese da nossa esquizofrenia política. Melhor seria essa manchete: “Crise econômica afeta a indústria naval brasileira, desemprego em massa”. Explico: em 2008, o presidente Lula encomendou 146 navios de apoio marítimo, 40 navios-sonda e 11 plataformas de petróleo, ainda que 28 navios desses navios serem construídos em chipyards brasileiros, ainda assim sem uma visão global nada adiantaria, sendo a navegação uma atividade internacionalizada. O investimento da nova frota é todo nacional, ou seja, um “protecionismo”, este de si mesmo dependente, típico de um País logístico-infantil. Porém, será que adiantaria uma mão-de-obra especializada pra construir um super post-panamax ou um twin pick?

E pra que servirá o PAC? Um penduricalho. Diga-se a propósito, se não fôssemos o País do carnaval, seriamos o País do penduricalho, todo emendado. Quase todos aqueles navios são financiados pelo FMM e PAC, seria propício aos tempos atuais se todos fossem financiados pelos Eikes Batistas. Logo, teríamos um porto Brazil - a crises propício e bem assentado como qualquer indústria moderna, ou porto-indústria - independente do assistencialismo: seja de Leis, seja de uma cesta básica. A multimodalidade, ao longo do tempo, vai ficar a ver navios, fechada às nações amigas, enquanto houver uma política de remendos no Brasil dos milagres de santos de pés de barro e barbudos de fóruns sociais. Vamos perder eternamente o navio da história por querer com estes piratas.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

O amor é contagioso

Por Marco Gemaque
Urge a necessidade de fugirmos de estamentos tradicionais, mas para isto, há de haver uma relação mais próxima entre o humano e a alopatia. Esta com pretensão de panacéia e aquela desaparecendo com os nossos antepassados. Apesar do pesares temos uma luz no fim do túnel com estranhos tratamentos: musicoterapia, psicodrama, medicina chinesa, etc.Agradecemos à própria ciência por uma mudança de paradigma nos últimos tempo, pois foi provado cientificamente que amor remove montanhas, ou seja, uma relação direta entre a fé e uma possível cura. Pesquisadores analisaram um mesmo tipo de câncer em pessoas diferentes: um que tinha fé e o outro ateu. A primeira foi identificada um avanço à cura, porém a segunda o problema continuou. Neste mesmo exemplo, o primeiro tinha o carinho de familiares, contudo o segundo somente um filho o visitara. Ademais, aquele que recebia carinho familiar, músicas eram cantadas quase todos os dias e cânticos religiosos. Os pesquisadores concluíram: “a cura do câncer, no primeiro paciente, regrediu, devido a humanização que se deu sobre ele.” Um misto de fé, que tem como alicerce a união afetiva, desencadeou o antídoto pra uma possível melhora num paciente terminal.Foi descoberto, neste experimento que a relação médico-paciente é uma extensão do médico-família ou médico-humanização. Talvez a relação humana entre médico e o paciente, que outrora existira, se perdeu com os diagnósticos mais precisos e com a indústria dos medicamentos. A comunidade médica, principalmente a alocada no nosso sistema único de saúde falido, precisa identificar algo além do estetoscópio: a holística de Mãe-tera, olhando pro ventre humano ou animal. Pois, um século é o suficiente pra ser moldado uma revolução psíquica. E havia muito mais que isso quando surgiu a medicina moderna, pois uma selvagem lambeu, e ainda lambe, a sua cria pra imunizá-la e pra “contaminar” a civilização.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Humano-exato

Por Marco Gemaque

Humano-exato

É muito fácil preencher lacunas do conhecimento, porém a personalidade não se atinge com software ou qualquer outro mecanismo do mundo contemporâneo. Há, sem sombra de dúvida, uma contribuição importante para a cidadania este advento, a globalização, que começou na baixa Idade Média e está no nosso clique do dia a dia. Entretanto sem o apoio familiar, o outro nome do bom senso que freia o excesso legado pela tecnologia da informação, voltaremos aos dias pregressos da história.

Há uma “fórmula” muito complexa a ser resolvida nas bases sociológicas brasileira: um buraco negro deixado pela falta de cumutatividade no processo civilizatório. O Brasil passou muito rápido da enxada à televisão digital. Logo, o afã, em todos os níveis da sociedade, em relação ao novo, sonegando o processo pedagógico, nos deixa perdido entre GPS e a mais nova versão do Windows.

Se não houver consciência da complexidade da educação sob a égide da tecnologia.... Esvair-se-á esta com suas múltiplas formas de utilização e, assim, legar-nos-ão o óbvio: uma Web como um telefone muito barato e acessível ou de um correio cada vez mais abreviado, isto é, a língua portuguesa, em nível digital, cada dia mais maltratada nos blogs e MSN.

Compreende-se que a inovação tecnológica a serviço da cidadania implica informação e sabedoria, a fim de gerar uma ciência humana e exata. Exata o suficiente pra ser humana e humana o suficiente pra ser exata. Eis uma dicotomia nos novos tempos.





sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

A loteria dos concursos públicos no Brasil - Notas mínimas de um País mínimo


By Marco Gemaque

Notas mínimas de um País mínimo


Foram os chineses que inventaram o ingresso a órgãos públicos por via de uma seleção de provas objetivas: o concurso público. E o filósofo alemão Heidegger o trouxe para o ocidente, a fim de diminuir a ingerência política do Estado. Logo, o mundo todo copiou, porém, ao longo do tempo, se transformou numa batata quente, principalmente em países desenvolvidos, a contramão do neoliberalismo, pois aumentava os gastos públicos e a terceirização seria um ótimo caminho. O Brasil é um dos poucos países no qual há ingresso para o funcionalismo público para semi-analfabetos (o ensino fundamental incompleto). Não vamos entrar na questão do analfabetismo funcional, pois seria uma hecatombe na manhã da folha. Na esteira da globalização, o inocente jogo de azar transformara-se numa máquina de fazer dinheiro, financiando casas, atletas, educação, etc. Este, et cetera, o crime também. Fez-se, então, o concurso público ou/e a loteria. Esta transformando muitos pobres em milionários da noite pro dia e aquele, sonho de todo brasileiro em nível congênito, um caminho para a estabilidade ou um contraponto para a ingerência nacional( quimeras mil um castelo de autoafirmação que se ergueu ). Alguns coitados milionários ficam pelo meio do caminho: ora pela falta de cumulatividade, passando muito rápido de Assistente Administrativo a Antônio Ermírio de Moraes, ora pelos gananciosos de plantão. Lembrando Alguns concurseiros entram pra fazer uma prova como se tivesse entrando numa casa lotérica. Bingo! Cartão resposta ou bilhete lotérico?; Certo ou errado?; 34,60,45,87,29?; A idade de toda família ou a data de nascimento de cada um?; 73, b, 44,c,Todas estão corretas? (...) Eis a nossa esquizofrenia.
Quem disse que passar num concurso público é mais difícil que ganhar na loteria? A prova irrefutável desta mentira: milhares de concursos realizados pelas maiores instituições do Brasil. Então, vamos a justificativa da assertiva acima. O edital para o ingresso da AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS (ANTAQ), EDITAL N.º 1 – ANTAQ, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2008, autarquia federal, cuja responsabilidade sobre o certame é do CESPE (UNB). Notei uma diferença no conteúdo programático para o concurso de 2009 em relação ao último, que foi em 2005, organizado pela mesma instituição (CESPE). Enviei o seguinte email para o CESPE: Por que incluir redação no curso de 2009, pois não houve redação no de 2005? Resposta: “devido ao número mínimo de acertos em 2005. Foram ingressados aos cargos com menos de 50% de acertos.” Sabemos que o CESPE formula uma prova de CERTO ou ERRADO com 110 assertivas que significa 110 pontos. Segundo o Edital “será reprovado nas provas objetivas e eliminado do concurso público o candidato que se enquadrar em pelo menos um dos itens a seguir: a) obtiver nota inferior a 6,00 pontos na prova objetiva de Conhecimentos Básicos (P1);10b) obtiver nota inferior a 24,00 pontos na prova objetiva de Conhecimentos Específicos (P2);c) obtiver pontuação inferior a 33,00 pontos na soma das notas obtidas nas provas objetivas P1 e P2.” Verificando o arquivo do CESPE, http://www.cespe.unb.br/concursos/_antigos/2004/ANTAQ2005/, identifiquei o absurdo que fez Martin Heidegger tremer no túmulo. Para o cargo de TÉCNICO EM REGULAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS/BRASÍLIA/DF. A 8º colocada, Jucie Oliveira Marciel, obteve 63.00. Isso significa 57,27 % de acertos de uma prova com 110 questões, ou seja, quase a metade. Ela estava dentro do número de vagas que era 8 vagas para Brasília/DF; ou o 7º colocado para Belém, Delmare de Castro Sacramento com 59 pontos de 110, ou seja, 53,63 % da prova. Esses são alguns exemplos de vários, tanto para nível superior como para nível médio. Neste link há todo resultado do concurso que oferecia cargos para técnicos (Nével Médio) e analistas (Nível Superior) : http://www.cespe.unb.br/concursos/_antigos/2004/ANTAQ2005/arquivos/ED_2005_ANTAQ_6_RES_FIN_OBJ_E_DO_CONC__NM__E_PROV_DIS__NS_.PDF.
Longe de imaginar que esses candidatos acima chutaram, longe.

Seria possível, como numa loteria, qualquer pessoa das 110 questões acertar 55%, ou seja, 60,5 .Deixando em braco algumas e com a ajuda do CESPE anulando 10 ou 15 das 110. Número esse suficiente para o ingresso em uma autarquia federal com salários entre 4.205,27 e 8.389,60. Fiz a seguinte experiência: coloquei a mesmíssima prova nas mãos de um primo meu de 12 anos. Este teve um número de acerto de 62,3% , ou seja, 56,1 das 110 (deixando em branco 10 e mais 10 anuladas):90. O amiguinho de minha sobrinha de 10 anos. Este acertou 60% ou seja, 66 das 110 (deixando em branco 9 e mais 10 anuladas): 91, ou seja, estaria entre os aprovados. Não acreditei e continuei. A terceira foi um adolescente de 15 anos, sem fazer nenhuma análise, apenas à maneira lotérica. Ele acertou 58%, ou seja, 52,2 da 110 (deixando em branco 10 e mais 10 anuladas): 90, isto é, seria uma das primeiras colocadas, tentando o ingresso para técnico em Belém. Finalmente, fui atrás de um amigo, o “Loberto”, um fanático por loteria, porém nunca tentou a sorte num concurso público. Dei-lhe os cadernos, nível médio e nível superior, de questões. Fez uma cara, típica de um jogador veterano de loteria, e começou a marcar. Em alguns minutos, entregou-me. Conferi o gabarito. “Loberto” acertou 73 % da prova para nível técnico e 60 % nível superior(dentro da mesma lógica dos anteriores: deixando em branco e com a ajuda do CESPE). Agora, qual a solução para impedir o chutômetro dos Lobertos Brasil afora? O próprio CESPE tem a resposta, e medíocre, pra solução, que sempre o faz em seus concursos. E o fez no concurso do Ministério da Saúde 2008: “A nota em cada item das provas objetivas, feita com base nas marcações da folha de respostas, será igual a: 1,00 ponto, caso a resposta do candidato esteja em concordância com o gabarito oficial definitivo das provas; 0,50 ponto negativo, caso a resposta do candidato esteja em discordância com o gabarito oficial definitivo das provas” No bojo dessa regra, somando o número de acertos positivo e número de erros negativos. Loberto acertaria 59,5 em vez de 73 %, pois a porcentagem de erros teria um peso influente sobre os acertos, embora pífia também esta maneira, pois vale pra todos, no entanto a redação é de grande ajuda. Ainda assim esta a cada concurso está cada vez mais sugestionável: se o concurso é do Ministério da Saúde o tema da redação é “a humanização da saúde” ou “o caos da saúde no Brasil”. Mais: não há crédito sobre a redação, pois num universo de 120 pontos colocar uma redação com 10 pontos. Apesar de tudo O CESPE tem o costume de anular dez questões ou mais e fica por isso mesmo. No concurso do MS2008, foram anuladas 11 questões para nível médio. Anular 11 questões num universo de 120. Isto é o suficiente pra desclassificar um candidato que não as acertou e favorecendo pra quem as errou.

O mais deletério, nas provas de Certo e Errado do CESPE, é forçar o candidato a deixar várias questões em branco, ou seja, chegará um tempo que o mínimo de acertos para ingressar no serviço público será de 30% a 40% de uma prova ou nota 3 ou 4: uma regressão pedagógica.

Este é o Brasil, de notas mínimas de um País mínimo ou, como disse Reinaldo Azevedo, “Máximas de Um País Mínimo” , um Estado que acredita anacronicamente num país de funcionários públicos, ímpar no mundo, e não tem uma legislação específica pra falta de respeito aos cuncurseiros-consumidores. É isso, estamos à sorte, e sem logística, : alea jacta est.





P



quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A GENEALOGIA DO CAOS (a corrupção ambiental-desmatamento da ética)

By Marco Gemaque
A GENEALOGIA DO CAOS
(a corrupção ambiental-desmatamento da ética)

(?) Qual a relação entre um muro que caiu em consequência de uma trovoada, em Belém do Pará, pertencente à Companhia de Saneamento do Pará (COSANPA) e a ocupação de terra conhecida como “Invasão do Jacaré” sita na mesma rua? E ambas com o meio ambiente?
Há uma relação entre os fatos, cuja gravidade é um mecanismo complexo, e que, ao longo da História, é uma inércia comportamental. Essa lógica é a mesma ligada aos instintos primários diversos.
(+) Vamos à aquarela posposta ao muro: há, portanto, na desordem dos novos tempos, um muro caído e uma ocupação de terra, e por extensão: alguém afanando um bombom, além do malandro passando à frente numa fila, etc.
(!!) Para realmente entender o fato, nosso pensamento precisa abdicar do censo (senso) comum pedagógico,o de sermos o país da corrupção, realizando uma análise de múltiplos fatores em interação no passado e no presente. À busca de uma análise crítica e discursiva da realidade, antes e depois do muro-ocupação de terra.
(-) À aquarela anteposta ao muro: em 1500, na desordem dos tempos idos, na então ilha de Vera Cruz, chegavam 13 caravelas portuguesas. Nelas, vieram as doenças seculares e nossos vícios. Estes constam no primeiro documento escrito no país, a carta de Caminha, que anunciou o “descobrimento” de novas terras ao rei dom Manuel. Aproveitou o escrivão a ocasião para pedir-lhe um emprego ao primo.
($) O “jeitinho brasileiro” ancestral ecoa ainda hoje nas filas, na queda de um muro, ou seja, o efeito direto da superfaturação de uma obra, da construção de edifícios residenciais e muros com material de péssima qualidade; ou da ganância, em detrimento de vidas humanas, para se obter dinheiro fácil e, assim, poder imediato. Um senão que “caminha desde Caminha”, nas nossas mentes, e, em situação de pedra, fecundou o inconsciente coletivo.
(®) Um exemplo marcado no 'censo' (senso) comum: “uma senhora da classe alta vive ao redor do poder. Em sua casa, há empregadas para tudo. Maria, por exemplo, para servir o café e outra para cuidar de Carlota Joaquina, uma poodle. Aquela derrama acidentalmente o café no carpete e paga com o seu próprio emprego. E a última é incumbida de passear com a cadela, às necessidades fisiológicas desta – obviamente sem nenhuma consciência cívico-ecológica, por parte da patroa ou empregada, para manter as ruas limpas. A patroa é um reflexo triste pertencente a uma sociedade que acha que tem o DIREITO de chutar uma funcionária somente por derramar café no carpete e esquece-se do DEVER de manter as ruas limpas.
(.) No Brasil, há mais DIREITOS do que DEVERES, em consequência da herança colonial que se achava no direito sobre terras do além-mar e, assim, usurpou-se dos direitos de moradores milenares que aqui habitavam e do dever de não tirar o direito de outrem.
(†) Nas caravelas, embarcaram muitos males; porém a herança pedagógico-cartesiana, na qual valoriza a fragmentação do conhecimento, perdura ainda hoje, enfatizando o binômio causa e efeito. Logo, o nosso raciocínio perde-se na poeira de um muro caído: não conceituar preservação ambiental, segundo a área especifica de cada profissão, para a assunção do disciplinar. Assim, sonegando a interdisciplinaridade.
(?!) Um simples cair de um muro pode ocasionar o surgimento da “invasão do jacaré” que, de outra forma, não teria acontecido, se o material de boa qualidade não fosse trocado, comprometendo a estrutura do muro e, logo, por influência antiética de Caminha ao malandro ou deste ao anticonservacionismo, comprometendo a estrutura da educação, da saúde, (...) do País...
(∞) Um passado-presente cheio de vícios e tramóias: da chegada da civilização à contaminação de uma cultura; da gestão de um governo que superfatura um muro a hiatos nos nossos direitos. Urge saber que responsabilidade está ligada à causa e ao efeito, pois, além desta dicotomia, há muitas implicações: reclamamos da corrupção, mas atravessamos o sinal vermelho; choramos o desmatamento da Amazônia, mas sujamos as ruas e nos encantamos ainda com os chafarizes numa era de escassez de água-valores.
(o contraponto) Assim, se não nos educarmos, e se não “educarmos a Educação”, aquele muro da COSANPA ou quem o representou na sua edificação – extensão do TRT de SP- malandro, da senhora-Caminha e da cultura predatória (...) e aquela “invasão do jacaré”– uma extensão das favelas e da pobreza – continuarão per saecula saeculorum. E isto tudo cai sobre o ambiente que é o habitat natural de tudo-todos em consequência da nossa corrupção ambiental-desmatamento da ética iluvial. Se é a natureza-homem, o pluvial-fluvial, sentinela imunológico do planeta, é hífen educacional. É mais que vigia, é muro, no qual não pode ser reconstruído.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Beautiful (Fake Plastic Trees )




Beautiful (Fake Plastic Trees )

By Hogarth/Kelly/Mosley/Rothery/Trewavas ( Marillion) and Radiohead


(Everybody knows that we live in a world where they
give bad names to beautiful things)

For a fake chinese rubber plant
In the fake plastic earth

(Everybody knows that we live in a world where we don't
give beautiful things a second glance)

That she bought from a rubber man

(Heaven only knows that we live in a world where what
we call beautiful is just something on sale)

In a town full of rubber plans
To get rid of itself

(People laughing behind their hands while the fragile
and the sensitive are given no chance)

It wears her out, it wears her out

(And the leaves turn from red to brown
To be trodden down
To be trodden down)

It wears her out, it wears her out

(And the leaves turn from red to brown
Fall to the ground
Fall to the ground)


She lives with a broken man

(We don't have to live in a world where we give bad
names to beautiful things)

A cracked polystyrene man
(We should live in a beautiful world)

Who just crumbles and burns
(We should give beautiful a second chance)






He used to do surgery

(And the leaves fall from red to brown
To be trodden down
Trodden down)

On girls in the eighties

(And the leaves turn green to red to brown
Fall to the ground)

But gravity always wins

(And get kicked around)


And it wears him out,
(You strong enough to be..
Have you the courage to be.. )

it wears him out
(Have you the faith to be..
Honest enough to say..)

It wears him out,
(Don't have to be the same..
Don't have to be this way)

it wears him out
(C'mon and sign your name
You wild enough to remain beautiful?
Beautiful)

She looks like the real thing

(All the leaves turn from red to brown
To be trodden down
Trodden down )

She tastes like the real thing

(And we fall green to red to brown
Fall to the ground
To be kicked around)

My fake plastic love
(Beautiful … )





But I can't help the feeling

(All the leaves turn from red to brown
To be trodden down
Trodden down )

I could blow through the ceiling
If I just turn and run

(And we fall green to red to brown
Fall to the ground
To be kicked around)

And it wears me out, it wears me out

(You strong enough to be.. )

It wears me out, it wears me out
(Why don't you stand up and say)

And if I could be who you wanted

(Give yourself a break )
If I could be who you wanted

(They laugh at you anyway )

All the time, all the time

(So why don't you stand up and be
Beautiful.)

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

fascination




It was fascination
I know
And it might have ended
Right then, at the start
Just a passing glance
Just a brief romance
And I might have gone
On my way
Empty hearted

It was fascination
I know
Seeing you alone
With the moonlight above
Then I touch your hand
And next moment
I kiss you
Fascination turned to love

It was fascination
I know
Seeing you alone
With the moonlight above
Then I touch your hand
And next moment
I kiss you
Fascination turned - to - love

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Todo sentimento,ainda que mal

Ainda que mal pergunte,
(Preciso não dormir)
ainda que mal respondas;
(Até se consumar)
ainda que mal te entenda,
(O tempo da gente)
ainda que mal repitas;
(Preciso conduzir )
ainda que mal insista,
(Um tempo de te amar)
ainda que mal desculpes;
(Te amando devagar e urgentemente)
ainda que mal me exprima,
(Pretendo descobrir)
ainda que mal me julgues;
( No último momento)
ainda que mal me mostre,
(Um tempo que refaz o que desfez)
ainda que mal me vejas;
(Que recolhe todo sentimento)
ainda que mal te encare,
(E bota no corpo uma outra vez)
ainda que mal te furtes;
(Prometo te querer)
ainda que mal te siga,
(Até o amor cair)
ainda que mal te voltes;
(Doente, doente)
ainda que mal te ame,
(Prefiro então partir)
ainda que mal o saibas;
(A tempo de poder)
ainda que mal te agarre,
(A gente se desvencilhar da gente)
ainda que mal te mates;
(Depois de te perder)
ainda assim te pergunto
(Te encontro com certeza)
e me queimando em teu seio,
(Talvez num tempo da delicadeza)
me salvo e me dano
(Onde não diremos nada
Nada aconteceu
Apenas seguirei
Como encantado ao lado seu)
: amor.

sábado, 15 de setembro de 2007

Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac ...

o santo do pau “ocoexistente"
Por M. Mutata

No Brasil do milagre( Lula-socialismo) do santo do pau “ocoexistente”, chegaremos no final como uma antiga USRR: dentro de um Landau no qual o seu motorista e guia espiritual - Lula Rasputin- junto com seus camaradas, dirigindo com os olhos apenas no retrovisor: ora por pura vaidade, ora por puro cegantismo( cego + pedantismo). Sabemos da partida, porém da chegada...
Sabemos que o Landau, típico da indústria comunista, é um carro parco em economia. Por analogia, a vida imita a máquina em tempos assistencialistas, pois não importa o problema, se não podemos com sua causa, então anestesiaremos o inevitável, agregaremos valores à conseqüência. Esta, alias, coisificando o ser, acho que o objeto quase de Saramago é doce demais perto do futuro( ele, o coisa) que se atém a nossa incompetência política, acelerada, pior ainda, pois a velocidade que mata é a mesma que emociona. o Pac, neste caso, uma Onomatopéia da pantomima de urubus desmobilizados, Escutem: Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac...
no futuro.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Psicomanuelgrafando


Por Marco Gemaque














Vi ontem um bicho
Na imundície da praça dos três poderes
Catando a realidade entre os detritos federais.
( ora vestido com a toga, ora com vestes talares)
Quando criticava alguma coisa,
Não examinava nem pensava:
Engolia com voracidade a humildade, a honestidade, a ética
e escarrava-as com velocidade de uma flatulência a opinião cínica:
o outro nome da idéia naquelas praças-pátios.
O bicho não era um analfabeto congênito,
Não era um analfabeto funcional,
Não era um retardado.
(Este um mecanismo perfeitamente lúcido num país ensandecido.)
O bicho não era o representante do povo, era a sua causa.
O bicho, meu Deus, era um analfabeto doutoral.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

A Pretty Woman sempre visa à sorte de um amor tranqüilo.

Por Marco Gemaque
Recebi recentemente um e-mail, contendo um spyware, que dizia o seguinte:
Concurso criatividade brasileira.
Dê um novo fim para um filme qualquer: brasileiro ou estrangeiro e indique uma trilha sonora. Mais: ele dava a seguinte sugestão, a fim de exemplificar. O filme Pretty Woman ( uma linda mulher) com a trilha sonora “a sorte de um amor tranqüilo” de Cazuza.
Enviar para criatividadebrasileira@hotmail.com

A Pretty Woman sempre visa à sorte de um amor tranquilo.
Como eu terminaria o filme uma linda mulher(Pretty Woman) ?
A personagem de Richard Gere(Edward Lewis) adquiriria o HIV por se relacionar com uma prostituta. A personagem de Julia Roberts(Vivian Ward), a linda mulher, secaria até chegar aos dez quilos, morreria com cancro fagedênico e com uma expressão expressionista. Ele , o bonitão um bon vivant, ( um Otelo), ou seja, uma espécie de Cazuza da classe media: hedonista burguês infantil. Este gastaria milhões , a vida dele mudaria da água pro vinho, tomaria doses e doses de antivirais, cujos afeitos colaterais sentiria no corpo e na alma: vômitos, diarréias constantes, queda de cabelos por todo corpo, impotência , alcoolismo, etc etc Uma buceta de Pandora se abriria no meio do seu peito.No fim, suicidar-se-ia ..... jogar-se-ia de sua cobertura e cairia em cima de um porsche .Detalhe: uma prostituta passará na hora do episódio e por ironia roubaria sua carteira e sapato. Lógico, o final todo musicado com a Suite No.3 in D de Bach.

Por que esse fim seria mais vantajoso?
Porque anularia a paixão positiva, o final feliz ( o mocinho com a mocinha) que petrifica o senso crítico; porém, o final niilista abriria mais a possibilidade de criticar.
O trágico nos policia mais em relação à AIDS. Não faríamos, ainda que voluntariamente ou involuntário, apologia à prostituição, à barganha, ao consumismo, etc.

E quanto a sorte de um amor tranqüilo.

Cazuza até escreveu algumas coisas boas, porém era um péssimo exemplo para uma pessoa que visa a uma perspectiva com responsabilidade. Ele acreditava, fruto até de uma mentalidade confusa, recheadas de Marxismo sectário, após ditamole militar e aulas, sem amarras interdisciplinares, alienantes de literatura que ecoam até hoje um coro imbecilógico : a burguesia fede, a América é o grande satã, carpe diem, alea jacta est ... Pois, deu no que deu, morreu por consequência de um hedonismo infantil e junto com ele: Janis Joplin, Hendrix, Renato Russo, Cássia Eller, etc. Aquela sorte de um amor tranqüilo dele se personificava em sexo irresponsável, “enquanto falamos, foge o tempo inimigo / aproveita o dia sem acreditar o mínimo no amanhã.”. Agora, o Cazuza é culpado pela nossa reificação? Claro que não, não obstante é um arauto significante da nossa imbecilidade coletiva.
Um gênio indomável escreveu isto -
(Codinome Beija-Flor)
Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou...
Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarzinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor
Eu protegi o teu nome por amor
Em um codinome,
Beija-flor
Não responda nunca, meu amor
Pra qualquer um na rua,
Beija-florQue só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador
Você sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Prendia o choro e aguava o bom do amor

terça-feira, 24 de julho de 2007

A lista macabra da realidade concreta

Por Marly Mutata



AS RANHURAS DA ALMA BRASILEIRA.














Esta "poesia" - que tem pretensão concreta - é pra mostrar
que o culpado, e há culpados, da terrível tragédia do vôo 3054 :
Configura(m)-se em ser(es) ANTROPOMÓRFICO(S).
Estes feitos de carne, osso e espírito – político.


A lista macabra da realidade concreta
( o lamento da poesia escorre)


CAIO!! AUGUSTO BUENO DAL PRATA
CAIO!! FELIPE CUNHA
E ELCITA RAMOS
D' JOSÉ A FLORES AMARAL
JOSÉ PINTO
NA JOSÉ LIMA LUZ
DEOLINDA MAGALY VICTOR FONSECA
DE SANDRO SCHUBERT
E
NO LISIANE SCHUBERT
DA
LUIZ LUZ
RICARDO ALMEIDA.
CIRO(s) NUMADA JOAO BRITO
AO CÉU
VEJO
E
VEJO
CIRROS,

JOÃO BRITO
MACABRO,
NA TERRA:
O
BRUNO NASCIMENTO
DE
LEILA M. OLIVEIRA DOS SANTOS
DOS
ZENILDA SANTOS,
O
ANGELA HAENSEL
DOS
LUCIANA SIQUEIRA LANA ANGELIS
QUE
CASSIO VIEIRA SERVULO DA CUNHA
A
INCOMPETÊNCIA,
E
IVANALDO CUNHA
A
LEVIANDADE
E
ANA CAROLINA CUNHA
A
CORRUPÇÃO
NA
PAULO SILVEIRA
DO
JANUS SILVA
Em detrimento
De outros
MARCO ANTONIO DA SILVA
PRISCILA BERTOLDI SILVA
SILVANIA REGINA DE AVILA ALVES
SILVAN STUMPF
SILVANO ALMEIDA:
Madalena SILVA ...
SEM
MERY VIEIRA
NEM BEIRA
IDEM!
(A classe Média morre )
Outros JOÂO(S) CALTABIANO
Dezenas
...
CAEM NA BOCA,
(THAIS SCOTT ? NÂO apenas)
DO
JAMILLE LEÃO
LUIZ ZACCHINI,
LEVI (ATÃ) LEÃO
LUIS SCHNEIDER
QUAL UM
PEDRO AUGUSTO CALTABIANO
JÚLIO CÉSAR REDECKER
COM O
GOTT’FRIED’ TAGLOEHNER
RENAN KLUG RIBEIRO
E
OUTRAS
NADJA(s) SOCZECK
SIMONE WE’TRUPP’
( BLITZKRIEG)
(SUA)
MESSIÂNICA
QUE
LARISSA FERRAZ
E
SUGA TODO SANGUE
Cheios de
MARCIO ALEXANDRE DE MORAES
E
VALDIR CORDEIRO DE MORAES
E
GUILHERME MORAES
FALSAS
Pois,
NEM
PAULA MASSERAN DE ARRUDA XAVIER
NEM
MELISSA ANDRADE
NEM
CATILENE OLIVEIRA
NEM
NADIA MOYSES
NEM
PAULO PAVI
NEM
MARIA ISABEL GOMES
NEM
O
PAULO ROGERIO AMORETTY SOUZA
NEM
PEDRO ABREU
NEM
LUCAS PALOMINO MATTEDI
NEM
Fernando Marques JESUS,
o REI dos
Guilherme REIS Pereira
NEM
JOÃO VALMIR
NEM
JOSÉ CARLOS PIERUCETTI
NEM
MARCELO MARTHE
NEM
ANDREA SEICZKOWSKI
NEM
HELOIZA HELENA LOPES
COM SEU
LINA BARBOSA CASSOL
DE
(delírio D’Arquiano )
NEM
ANTÔNIO CARLOS ARAUJO DE SOUZA
NEM
MARIANA PEREIRA
(oxalá)
NEM
ARNALDO BATISTA RAMOS
NEM
ARTHUR QUEIROZ
NEM
FÁTIMA SANTIAGO
NEM
GABRIEL CORREIA PEDROSA
NEM
RAFAELA BUENO DAL PRATA
NEM
DANIELA Bahdur Dias Pinto
NEM
FERNANDO PESSOA
(Tudo vale a pena quando a alma não é pequena...)
NEM
ROSPIERRE VILHENA
( E OUTROS BEATOS ESTATAIS: STALIN, HITLER, CASTRO...)
NEM
TODOS
OS
MARLI PEDRO SANTOS
NOS
SALVARÃO
DO
REBECA HADDAD
QUE
NOS ARREMETE CONTRA
A
GILMAR TENORIO ROCHA
NUMA
Andrea ROTA Sieczkowski
DE MENTIRAS
SILVIA GRUNEWALD
MARIANA “SELL”
CHEIO
DE
MARIA ELIZABETE CABALLERO
LERO ...
Carlos Roberto ROCKENBACH1
(de aparências)
ROSANGELA MARIA DE AVIL SEVERO,
MARCELO PEDREIRA
DE
KATIANE LIMA,
CORTANTE
DA
CARMEN LUISA VICTORIA FONSECA
DO
COLAPSO LOGÍSTICO

JÚLIA CAMARGO( S)
JAQUELINE DIAS
APÓS
DIAS
PELA(S)
DENILSON LOPES COSTA(S)
VEM
SERGIO FREITAS
de
ROGÉRIO SATO(S)
DE RANHURAS
TRÁGICAS
TRAÇOEIRAS:
Aline Manteiro Castigo
RUBEM WIETHAEUPER
RODRIGO SOUZA MOREALE
RENATO RIBEIRO
SONIA MACHADO
PAULO CASSIANO FELIZA OLIVEIRA
POR SER CORTANTE
E
KATIA ESCOBAR
FÁCIL
À
JULIO CESAR REDECKER
DA
POLITICAGEM...
ADELAIDE MOURA
NA
POLITICAGEM,
NUM
ROGÉRIO LAURENTIS
( DE INTERESSE)
CARLOS ALBERTO ANDRIOTTI
( DE GANÂNCIA)
DEMÉTRIO TRAVESSA
( DE VAIDADE)
.......................
QUE DESÁGUA
NUM
FABIANA AMARAL
FERNANDO MARQUES
GUSTAVO MARTINS
INES MARIA KLEINOWSKI
MARCELO PALMIERI
MARCELO STELZER
MARCIO ANDRADE
VALDEMARINA SOUZA
FÁBIO MARQUES
MARIO GOMES
MARTA ALMEIDA
DE
ELIANE DORNELLES
DE
LÁGRIMAS ...

ROCKENBACH1 ou RAGNBJÖRG do Escandinavo que quer dizer: “ Protetor dos bons conselhos” do http://www.behindthename.com/



sexta-feira, 13 de julho de 2007

terça-feira, 10 de julho de 2007

A rainha e o feiticeiro das ciências.


Por Marco Gemaque

A rainha e o feiticeiro das ciências.

Albert Einstein dizia que a música era a matemática em movimento: “a música, de perfeita, é pura como a matemática! A matemática, de simples, é deslumbrante como a música. E mais: A música parece uma equação; a equação bem formulada é cheia de harmonia e sonoridade”. O gênio de Einstein acreditava na beleza poética da física que era destilada em todo universo em forma de astros, estrelas e constelações. Talvez fosse a idéia da infinita harmonia que o fez um físico teórico: o mistério.Na física assim como na poesia, há esse mistério.A simbiose entre números, fórmulas, letras, verbo e um pouco de misticismo gerou a física poética einsteiniana. A pedra angular da Teoria da Relatividade, que mostrou a equivalência entre matéria e energia, é expressa pela famosa equação: E= m.c 2 onde" E " é equivalente à energia," m" é equivalente à massa e "c2" é igual à velocidade da luz ao quadrado. Resumindo: quanto mais você destila energia em um corpo( massa) ele voltará em forma de energia pura, isto numa acepção macro( macroescala )à velocidade da luz. No universo das letras , e acredito também no universo da Física Moderna,o universo macro e micro são compatíveis, há conexões causais - uma biblioteca inteira para explicar um fenômeno social e um simples poema (o urubu mobilizado) para explicar o mesmo fenômeno ou um átomo e um universo inteiro - uma sincronicidade.


Vejamos dois exemplos, Macro e Micro que explicam o mesmo fenômeno:


"MACROESCALA" PRA EXPLICAR UM DESCASO SOCIAL

Muribeca, de Marcelino Freire

“Lixo? Lixo serve pra tudo. A gente encontra a mobília da casa, cadeira pra pôr uns pregos e ajeitar, sentar. Lixo pra poder ter sofá, costurado, cama, colchão. Até televisão. É a vida da gente o lixão. E por que é que agora querem tirar ele da gente? O que é que eu vou dizer pras crianças? Que não tem mais brinquedo? Que acabou o calçado? Que não tem mais história, livro, desenho? E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pela rua, roubar pra comer?E o que eu vou cozinhar agora? Onde vou procurar tomate, alho, cebola? Com que dinheiro vou fazer sopa, vou fazer caldo, vou inventar farofa? Fale, fale. Explique o que é que a gente vai fazer da vida? O que a gente vai fazer da vida? Não pense que é fácil. Nem remédio pra dor de cabeça eu tenho. Como vou me curar quando me der uma dor no estômago, uma coceira, uma caganeira? Vá, me fale, me diga, me aconselhe. Onde vou encontrar tanto remédio bom? E esparadrapo e band-aid e seringa?O povo do governo devia pensar três vezes antes de fazer isso com chefe de família. Vai ver que eles tão de olho nessa merda aqui. Nesse terreno. Vai ver que eles perderam alguma coisa. É.Se perderam, a gente acha. A gente cata. A gente encontra. Até bilhete de loteria, lembro, teve gente que achou. Vai ver que é isso, coisa da Caixa Econômica. Vai ver que é isso, descobriram que lixo dá lucro, que pode dar sorte, que é luxo, que lixo tem valor. Por exemplo, onde a gente vai morar, é? Onde a gente vai morar? Aqueles barracos, tudo ali em volta do lixão, quem é que vai levantar? Você, o governador? Não. Esse negócio de prometer casa que a gente não pode pagar é balela, é conversa pra boi morto. Eles jogam a gente é num esgoto. Pr'onde vão os coitados desses urubus? A cachorra, o cachorro? Isso tudo aqui é uma festa. Os meninos, as meninas naquele alvoroço, pulando em cima de arroz, feijão. Ajudando a escolher. A gente já conhece o que é bom de longe, só pela cara do caminhão. Tem uns que vêm direto de supermercado, açougue. Que dia na vida a gente vai conseguir carne tão barato? Bisteca, filé, chã-de-dentro - o moço tá servido? A moça?Os motoristas já conhecem a gente. Têm uns que até guardam com eles a melhor parte. É coisa muito boa, desperdiçada. Tanto povo que compra o que não gasta - roupa nova, véu, grinalda. Minha filha já vestiu um vestido de noiva, até a aliança a gente encontrou aqui, num corpo. É. Vem parar muito bicho morto. Muito homem, muito criminoso. A gente já tá acostumado. Até o camburão da polícia deixa seu lixo aqui, depositado. Balas, revólver 38. A gente não tem medo, moço. A gente é só ficar calado. Agora,o que deu na cabeça desse povo? A gente nunca deu trabalho. A gente não quer nada deles que não esteja aqui jogado, rasgado, atirado. A gente não quer outra coisa senão esse lixão pra viver. Esse lixão para morrer, ser enterrado. Pra criar os nossos filhos, ensinar o nosso ofício, dar de comer. Pra continuar na graça de Nosso Senhor Jesus Cristo. Não faltar brinquedo, comida, trabalho. Não, eles nunca vão tirar a gente deste lixão. Tenho fé em Deus, com a ajuda de Deus eles nunca vão tirar a gente deste lixo. Eles dizem que sim, que vão. Mas não acredito. Eles nunca vão conseguir tirar a gente deste paraíso.


"MICROESCALA" PRA EXPLICAR UM DESCASO SOCIAL


O urubu mobilizado, de João Cabral de Melo Neto

“Durante as sêcas do Sertão,
o urubude urubu livre, passa a funcionário.
O urubu não retira, pois prevendo cedo
que lhe mobilizarão a técnica e o tacto,
cala os serviços prestados e diplomas,
que o enquadrariam num melhor salário,
e vai acolitar os empreiteiros da seca,
veterano, mas ainda com zelos de novato:
aviando com eutanásia o morto incerto,
êle,que no civil que o morto claro.
2.

Embora mobilizado, nesse urubu em ação
reponta logo o perfeito profissional.
No ar compenetrado, curvo e conselheiro,
no todo de guarda-chuva, na unção clerical,
Com que age, embora em pôsto subalterno:
êle, um convicto profissional liberal.”
ou poderíamos usar também:



O Bicho , de Manuel Bandeira
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.





O economista britânico John Maynard Keynes , o Einstein da economia para o socialismo marxista, legou para os papas da economia tupiniquim um ininteligível universo de curvas, equações e modelos matemáticos obtusos , à revelia do raciocínio sintético dedutivo verbal de Adam Smith, elevando a economia moderna ao status lune. Assim, cortando mortalmente um princípio cientifico chamado de navalha de Occam. Esse princípio reza que “não se deve complicar desnecessariamente o que pode ser enunciado de modo mais simples.”Ao contrário da física poética , onde não há prerrogativas proselitistas, e sim beleza. A economia moderna ( macroeconomia) com todo seu filigrana ilógico só servem para sonegar o princípio fundamental e passam para os leigos, e até para os acadêmicos, um academicismo falseado. Se a pilastra central da Teoria da Relatividade dita que E= m.c2 , então a pilastra central da Economia Moderna brasileira dita (E = d.c2 ), ou seja, “E” é o equivalente à economia keynesiana ininteligível, em nível de partículas subatômicas(paralogismo), “ d “ é equivalente aos desastres sociais causados pelo bomba atômica “cientificilista” de Guido Mantegna, Luiz Beluzzo, etc e “c2” é equivalente à velocidade com que isto acontece , num espaço sem tempo relativo, onde se estica o tempo absoluto. Basta olhar a história esticada - dos planos Bresser Pereira a Guido Mantegna. Se a matemática era a rainha das ciências para Einstein, é  no Brasil de Lula uma tabuada do feiticeiro: uma tabuada onde só cabe estatística, o recrudescente positivo. De um lado, Guido preocupado com o verniz de ouro de tolo da macroeconomia e do outro lado Lula preocupado com microeconômica no seu sentido mais puro: político. A mic®o política da estatísticas macros: um sonho macro estatístico de um Estado de analfabetos funcionais e “intelectuais”.Um Estado educado à imagem e modus operandi do conselheiro,ensinando-nos com palmatória de veludo, numa física sem mistérios e poesia, munidos com a irresistível discriminação positiva: UNIVERSIDADE PARA TOLOS (ProUni).

Pior: eles, os reificados, nunca dão as mãos à palmatória.E assim caminha a faculdade muribeca parindo o bicho universitário de cada dia. O urubu mobilizado na espreita esperando a extrema-unção do graduado morto que o feiticeiro conselheiro cuida: calcula, a fim de manter a sua Progressão Geométrica ou Progressão Tranquibérnica.

"Não podemos desesperar dos homens, pois somos homens" de Albert Einstein.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

A INTROSPECÇÃO CORPÓREA ANAL DA ESQUERDA




Por Marly Mutata


A INTROSPECÇÃO CORPÓREA ANAL DA ESQUERDA

Era uma vez um lobo, Tio lobinho, muito esperto que nunca se preocupou com alimentação, um prato de bóia, pois nunca lhe faltou este salutar de todo dia. Desde criança aprendeu com seus pais a técnica da introspecção corpórea anal que foi tradição passada a cada geração.
A introspecção corpórea anal consiste na habilidade de penetrar na porção do reto ( no cu do bichinho) do RUMINANTE e sair dele sem ser notado, preferencialmente à noitinha , e assim aproveitar de toda alimentação que o boi ingeriu durante o dia, porém a técnica expressava que nunca poderia ir além da alimentação recente que ingerira o ruminante. Num dia especial, poderia comer uma víscera , uma pelhanca ali, outra acolá, nunca partes vitais do corpo do RUMINRESTAURANTE: coração , fígado, etc.Dizia a filosofia lupina: “Nunca queiras mais do que precisas.”
Tio lobinho estava ficando velho e havia mister de passar a foice e o martelo pra próxima geração.O herdeiro era chamado de lobinho. Apenas lobinho sem etc. No primeiro dia de aula, Tio lobinho percebeu uma falta de saciedade muito profunda em seu pupilo; no entanto, não levou muito a sério. Era um jovem e, como todo jovem, tinha muita volúpia no sangue.
Noite fria e lá se foram Tio Lobinho e Lobinho pra mais um exercício da malandragem: uma excursão reto anal. Dava gosto de olhar os dois nas suas meticulosidades típicas do malandro. Malandro Brasileiro com forte influência Marxista- José Problema Genuinamente brasileiro. Desta vez lobinho, de foice e martelo nas mãos, entra na frente qual um vírus na busca de um corpo pra se multiplicar, ainda que a gula destrua a sua proteína de cada dia e assim o destrua também por inanição.
Tio lobinho já se despreocupava, porém o aconselhou: “ Cuidado com as partes miúdas, meu filho! ”. Respondeu lobinho maroto - Relaxa e goza, Tio !!! – com a boca cheia de picanha e já de olho no contra filé. Então, na mais pura centelha da irresponsabilidade, lobinho destroça o coração com a foice amolada , o miúdo mais importante de todos os miúdos se esvai. Em poucos segundos, tudo cessou e a luz apagou , e noite sumiu. E agora , lobinho!
Tio lobinho- o velho comunista na sua incomensurável eterna parcimônia- nas suas últimas palavras cita o camarada Eduardo Galeano: "Temos, há muito tempo, guardado dentro de nós um silêncio bastante parecido com estupidez". E lobinho, num desespero histriônico, diz: “ Eu gerei meu próprio coveiro.” Na eminência da morte , já ambos moribundos, Tio lobinho pergunta: Por quê ? Por que animal comestes o coração? Por quê? Por quê?.Num grito catártico, lobinho responde:“El revolucionario verdadero está guiado por grandes sentimientos de corazón." O coração de ruminante era esse sentimento.

A QUADRILHA NA ACEPÇÃO ESCATOLÓGICA.

O PMDB amava o PT que amava PC do B

que odiava o DEM que amava PMDB

que odiava o PSOLque não amava ninguém.

PSOL foi para Cuba, PC do B para o asilo,

PT morreu de desastre, PMDB ficou órfão,

LULA suicidou-se e o PT casou com PSDB

que não tinha entrado na história,pois não mostrou personalidade.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

O CLUBE DO IMPERADOR

Theodore Kaczynski ( Unabomber)
Este pensava em sistemas políticos exóticos , paz entre os povos e filantropia.


Publicado no Portal G1.


O professor Paulo Roberto da Costa Kramer, que dá aulas no curso de mestrado em ciências políticas da Universidade de Brasília (UnB), foi considerado culpado pela comissão que apurou supostas condutas irregulares do professor durante aulas no ano passado. O professor foi acusado de práticas de racismo pelo estudante Gustavo Amora, 25, que é negro e aluno do curso.Kramer foi condenado administrativamente a 30 dias de suspensão a partir do dia 2 de julho, mas a pena foi convertida no pagamento de multa de 50% do seu salário - que é de R$ 3.500, segundo o professor. De acordo com a assessoria de imprensa da UnB, o desconto do valor da multa será feito na folha de pagamento em uma única parcela. Ainda cabe recurso administrativo.

É a primeira vez que uma discussão sobre racismo termina em condenação administrativa na universidade. Mas, segundo a assessoria de imprensa da UnB, o professor não foi condenado pelo crime de racismo e sim por ter mantido conduta incompatível com o cargo, pois a comissão processante não tem competência para apurar crimes.A decisão de suspender o professor foi publicada pelo reitor Timothy Mulholland no dia 29 de junho. Ele também acatou o parecer da comissão, que sugeriu encaminhar o caso para o Ministério Público do Distrito Federal, que deverá investigar o crime de racismo.Mandado de segurançaO professor Kramer afirmou que vai entrar com um mandado de segurança na Justiça comum pedindo a anulação do processo administrativo que correu na UnB. Segundo ele, há várias falhas na apuração. "A comissão ouviu os meus acusadores como testemunhas. Isso é uma flagrante falha processual. Testemunha é uma coisa e acusador é outra coisa", disse, afirmando que vai brigar até o fim para anular a decisão na Justiça.

Kramer disse que em nenhum momento foi informado pela universidade da decisão, que ele soube através da imprensa. "É uma descortesia muito grande com quem tem mais de 20 anos de magistério só na UnB", disse.O professor afirmou não ser racista. "Não sou racista de jeito nenhum. Aliás, pelo contrário. O meu maior orgulho são vários estudantes de origem africana que eu tive o prazer de orientar e que hoje estão muito bem", disse. Kramer acrescentou que após saber da suspensão, recebeu apoio de vários alunos e amigos. "Eles se ofereceram para fazer vaquinha para me ajudar a pagar a multa, mas eu não aceitei porque vou anular esse processo na Justiça", afirmou.Entenda o casoNo ano passado, no primeiro dia de aula, ao fazer referência aos programas de assistência às famílias negras dos Estados Unidos, o professor Kramer se referiu aos negros como "crioulada". Um grupo de nove alunos - sete deles brancos - não gostou da atitude do professor e um deles - Gustavo Amora - resolveu escrever para o professor dizendo ter ficado incomodado com a situação. Por e-mail, o professor chegou a se desculpar.

Dias depois, houve uma nova discussão em sala. Os alunos levaram gravadores e durante a aula disseram que o professor era racista. Segundo as investigações, o professor teria reagido dizendo frases como "Racista o cacete"; " membros da Ku Klux Klan negra" e "Vou falar crioulada quantas vezes quiser, nem que eu seja obrigado a impetrar um mandado de segurança".Com as declarações gravadas, Amora e os outros colegas levaram o caso até a reitoria da universidade, pedindo investigação e a punição do professor. Hoje, um ano depois, ele e os colegas de classe comemoram a vitória. "A decisão é inédita e mostrou para as pessoas que nos acusaram de oportunismo que estávamos certos. Depois que fizemos a acusação, sofremos muita pressão na universidade e ficamos com medo de isso prejudicar as aulas do mestrado. Foi muito difícil", disse.




Por Marco Gemaque


O CLUBE DO IMPERADOR

Em psiquiatria, isto se chama de PSICOSE DELIRANTE CRÔNICA ( P.D.C). Esse delírio cria uma bolha, onde se prende a pessoa (Chauís, Mulhollands, Giannotti,etc) a seu mundo ( UnB, USP, UFPA ) numa relação permanente.Eles não obedecem à verdade hodierna e tentam nos incutir uma falsa liberdade com irresponsabilidade: anárquico-socialismo ( Sartre) .Na acepção mais pura, é uma espécie de intelectualização abstrata ("intelectuário") ou um sistema de crenças interdependente (Esquerdopatia).
A grande questão é o impacto psico-social e institucional que esse descalabro pode causar, visto que o delírio a dois (Timothy Mulholland e Gustavo Amora) ou delírio coletivo ( petistas e simpatizantes ), onde aqueles - os indutores - fazem com que terceiros, normalmente calouros ávidos por ideologias vazias pra preencherem suas mentes vazias, participem dos seus delírios de fuzilamento , estes como delirantes induzidos.
La mise-en-scène - um monumento à miséria - só se completará quando o Ministério Público denunciar o professor e ele cair na Primeira Turma Recursal dos Juizados Especiais do DF, pois essa thurma condenou um padre, Luiz Carlos Lodi da Cruz, presidente do Comitê Pró-Vida de Anápolis (GO),a pagar uma pesada multa (R$ 4.250,00) por chamar um abortista de abortista. E mais: o sacerdote foi informado que deveria extirpar - oral ou escrito - a palavra abortista de todos os vernáculos, inclusive do latim.
Neste Teatro da Crueldade, onde a cumplicidade delirantemente se apresenta ao público como uma verdade absoluta. Esta com grande poder de convicção ou de contaminação, onde não haverá nenhuma distância entre ator e platéia: o professor engajado e os alunos alianados, pois todos serão atores e todos farão parte do sindicato, ao mesmo TemPo. O IBAMA não será mais IBAMA, será o Instituto Chico Mendes, os Uspianitos não mais Unpianitos , serão Unabombers ,a TV não será mais a TV , será Volkischer Beobachter estatal, Jesus não será mais Jesus, ( ...) Adivinhem quem ele será ?

a) O Líder dos Lideres
b) O Umano dos umanos
c) O Leal dos Leais
d) A Alegria dos homens
e) todas das assertivas incorretas.