terça-feira, 22 de setembro de 2009

Minha tribo é a do Renato Russo:


Entre aspas estão as melhores músicas da Legião Urbana: uma das maiores tribos do Brasil.


Minha tribo é a do Renato Russo:


A minha tribo é do Legião Urbana, da “Andréa Doria”, “Baader-Meinhof Blues” do “Daniel na Cova dos Leões” “Eduardo e Mônica” “Fátima” “Mariane” “Maurício”, “Leila” ... “Meninos & Meninas” ou “Strani Amori” “Pais e Filhos” e “Natália” que é “La Solitudine


“Eu Sei” “Eu sou Faroeste Caboclo” e da “Geração Coca-Cola”, mas sou “Geração Urbana” “Há tempos” pintada a “Giz”, pois somos “Índios” “Mais Uma Vez”. A “Música Ambiente” é a minha “Música De Trabalho”, ou seja, ‘Música Urbana 2”, “Metal contra nuvens” ou “A Canção do Senhor das Guerras Eu sou o próprio senhor: “A Dança”


A minha tribo tem “Mil Pedaços” de “Metrópole”, pois “O Mundo Anda Tão Complicado” “Por Enquanto”, porque “Quando Eu Estiver Cantando” e “Quando O Sol Bater Na Janela Do Seu Quarto” e “Quando Você Voltar” ficarão todos “Perdidos no Espaço”, então “Os Anjos” nos saudarão sobre um “Monte Castelo” “Será” um “Sagrado Coração” e “Sereníssima”Então, descobriremos “sete cidades” e seremos “Soldados” com uma “Química” perfeita “Só Por Hoje”, mas será “Um Dia Perfeito” com “Uma Outra Estação como “Vento no Litoral


Quando Eu Estiver Cantando” “Vila Lobos” flutuaremos na “Via Láctea” e “Vamos Fazer Um Filme” que será “Piú O Meno” , mas mostrará a “La Forza Della Vita


Então, Scrivimi logo, ainda que seja “Quase sem querer"




terça-feira, 25 de agosto de 2009

Catar feijão

Catar feijão
1.

Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.


2.

Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.

De
João Cabral de Melo Neto

Preciso ver-te


Preciso ver-te,

como Pégaso que busca o sol,

ainda que tua proximidade me derreta,

pois talvez seja este o meu destino.

Preciso ver-te,

ou serei viajante sem bússola,

carcereiro de mim mesmo,

cego sem horizontes nem auroras.

Preciso ver-te

para que possa encontrar algum sentido

nas coisas e seres que me rodeiam

e que falam de ti como miragem.

Preciso ver-te.

Barco na tempestade, nada temerei

se tu, meu farol intermitente,

me guiares com teu código de luz.

Porque só sei amar às claras,

não vou contentar-me com o obscuro.

O vulto imaginado, sem essência,

acaba se desvanecendo e cria um vazio,

somatório de muitos nadas.

Por tudo isso, preciso ver-te e provar-te,

saber-te real, vívida, palpável,

como também o é o meu amor, que ingeres,

escondida, em tua mesa de silêncio.

Por que tardas,

se tanto sabes que preciso ver-te ?


( de Solange Rech)

quarta-feira, 8 de julho de 2009

SMichael

There is a new word in the universal language: “SMichael”

“SMichael"

SMichael, though your heart is aching

SMichael, even though it's breaking

When there are clouds

in the sky

You'll get by...

If you SMichael

With your fear and sorrow

SMichael and maybe tomorrow

You'll find that life is still worthwhile

If you just...

Light up your face with gladness

Hide every trace of sadness

Although a tear may be ever so near

That's the time you must keep on trying

SMichael, what's the use of crying

You'll find that life is still worthwhile

If you just...

SMichael, though your heart is aching

SMichael, even though it's breaking

When there are clouds in the sky

You'll get by...

If you SMichael

Through your fear and sorrow

SMichael and maybe tomorrow

You'll find that life is still worthwhile

If you just SMichael...

That's the time you must keep on trying

SMichael, what's the use of crying

You'll find that life is still worthwhile

If you just SMichael”

terça-feira, 30 de junho de 2009

Michael beyond good and evil

By Marco Gemaque

Michael isn’t man nor child;

Not male or female;

Non sì o no;

Not dead or alive;

No vivo o muerto;

Non di sesso maschile o femminile;

Not young or old;

Pas de sexe masculin ou féminin;

Nicht männlich oder weiblich;

Nicht tot oder lebendig;

Non vivants ou morts;

Pas noir ou blanc;

Non non ou oui;

No es joven o viejo;

No humano o máquina;

Non giovani o vecchi;

No es blanco o negro

Not young or old;

Nicht jung oder alt;

Kein Mensch oder Maschine;

Not human or machine;

No es hombre o mujer;

Not black or white;

Not no or yes;

Not unsocial or social

Non vivi o morti;

Pas de jeunes ou vieux;

Pas de l'homme ou à la machine;

Not human or machine;

Non umano o macchina;

Non bianco o nero;

Not Micheal Jackson or Micheal Jackson;

Not beauty or beast;

Micheal Jackson is a artist;

Not Synonym or Antonym;

Therefore, he is beyond good and evil

he is beyond dichotomy.

sábado, 2 de maio de 2009

AS FACES DA GLOBALIZAÇÃO

O agravamento da crise global, no fim de 2008, aprofundou ainda mais a recessão na economia da zona do euro, arrastando todos os grandes países do bloco para a retração e encolhendo mais até que os Estados Unidos da América, o epicentro dos problemas. Com a Alemanha, a sua principal economia, registrando a maior retração desde a reunificação,
em 1990, o PIB dos 15 países da zona do euro (neste ano, a entrada da Eslováquia levou o número de integrantes do bloco a 16) encolheu 1,5% no quarto trimestre do ano passado em relação aos três meses anteriores. A região já vinha de dois trimestres seguidos de contração (que é a definição técnica de recessão), mas, em compensação, ela era muito mais amena: de 0,2%. (Folha de S.Paulo, 14/2/2009, p. B1 (com adaptações).)


Considerando que
o texto acima tem caráter unicamente motivador, redija texto dissertativo acerca do seguinte tema.

CRISE ECONÔMICA MUNDIAL, A OUTRA FACE DA GLOBALIZAÇÃO

Ao elaborar seu texto, aborde, necessariamente os seguintes aspectos:


- globalização: tecnologia, aumento da produção e ampliação dos mercados mundiais;
- mundialização da atual crise econômica;
- efeitos da crise econômica.



Por Marco Gemaque


A definição genérica de globalização consiste na unificação de valores, via de regra, a interdependência da economia dos povos, da economia de uma nação moderna que se ergue à pilastra de uma sociedade digna. Essa sociedade com o mister da integração a fim da dinamização do capitalismo.
Foi pela necessidade de expandir os mercados que surgiram as grandes navegações e com elas a

tecnologia da bússola ao satélite; da impressa de Gutenberg à rede mundial de computadores. Chegamos a um patamar de integração indissolúvel, visto que o país que voluntariamente estiver fora desse mecanismo, justificando erroneamente o apodrecimento, por exemplo, cultural e social, está fadado ao isolamento econômico e, como consequência, fora do avanço tecnológico e sem uma qualidade de vida adequada para os tempos modernos, a saber, uma ilha fora da aldeia global, a restringir a ampliação do seu mercado em nível mundial...
O fácil acesso dos povos ao livre mercado e, por conseqüência, gerando político e socioculturalmente embates, é natural que exista uma globalização das vantagens e desvantagens. Aquela trás dinamização de valores econômicos, culturais e sociais e esta, por ser o livre mercado, um mecanismo interdependente, e principalmente dependente, depende de paises desenvolvidos como, por exemplo, os Estados Unidos da América, cuja fragilidade de sua economia significa a fragilidade da economia mundial, pois o maior consumidor do planeta funciona como um termostato para o resto do mundo.

Se existe recessão, isto é, o ceticismo de investidores em empregar suas riquezas e o medo de consumidores gastarem, logo o mercado esfriará, a gerar desemprego e menos consumidores e, por fim, a pobreza generalizada Não obstante, esta oscilação entre pobreza dos mercados e riqueza é ínsita ao capitalismo e, sendo assim, foi o que nos fez sair, e sairemos, da prensa de Gutenberg à rede mundial de computadores; da rede mundial de computadores a outros mares: ora em faces turbulentas, ora em faces quietas.
A crise econômica mundial de 2008 ou o “crack” da bolsa de valores de Nova York em 1929 mostra-nos a globalização da economia com duas faces que flertam com o desenvolvimento da humanidade.


P.S.: Texto desenvolvido sobre um proposta de dissertação para Analista Administrativo — Área: Administração ( ANATEL) 2009

quinta-feira, 23 de abril de 2009

“Ruibarbosiar”


De Marco Gemaque

“O Direito foi inventado para desarmar os espíritos” disse Montesquieu e, assim, este criou o Espírito das Leis. Agora, a nossa predisposição ao “barraquismo” está harmonizada: “são Poderes da União, dependentes e harmônicos dentro da nossa eterna vocação à baixaria, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

Aquele homem culto, que fala alemão fluentemente, é o primeiro negro a assumir o mais alto cargo da justiça brasileira, onde reside o teto de nossa gerência moral, e deveria ser fã de um outro Barbosa: Rui. Aliás, Rui Barbosa deveria ser um verbo. O verbo “ruibarbosiar” que significaria, e além de muitos significados, saber que saber significa não saber. Esse verbo seria regular e com múltiplas transitividades: o primeiro que uma criança aprenderia na escola, qual o leite materno, a fim de levar pro resto de sua vida o verbo profilático para não adoecer a carne e, principalmente, o espírito.

Não se viu ali, na Suprema Corte, apenas um bate-boca típico de um botequim da esquina. O que aconteceu foi a “desruibarbosiação” das coisas: a incomensurável falta de modéstia. Barbosa “desruibarbosiado” ( o Joaquim) e o Gilmar Mendes apenas abriram as portas de uma percepção camuflada sob a toga do juridiquês e conveniências políticas. Não adianta política será o fio condutor de todos os poderes, e o homem é político por natureza, mesmo que analfabeto. Política é a arte de vender e vendem-se aparências, embora, às vezes, não se consiga disfarçar. A Corte deve ter pensado: “não colou essa, foi um descuido feio de vocês”. Outrossim, as futricas on-line entre Lewandowski e Cámen Lúcia em outros tempos verbais ( 2007), porém pessoas diferentes. Será que o poliglota está sentido sobre quem duvidava do seu “salto social”? Até quando Eros Grau ( Cupido) engolirá Lewandowski e Cámen Lúcia. Será que a pressão do Cupido ainda sobe?

Salve algumas exceções, mas Barbosa (o desruibarbosiado) e seus pares precisam conjugar este neologismo. Devem querê-lo e querer-lhe ou ruibarbosiá-lo e ruibarbosiar-lhe, pois “a inteireza do espírito começa por se caracterizar no escrúpulo da linguagem” como cantou certa Águia que hoje está em extinção.





domingo, 22 de março de 2009

REGULAR DESREGULARIZANDO AS MAZELAS PRA ORGANIZAR

Por Marco Gemaque

REGULAR DESREGULARIZANDO AS MAZELAS PRA ORGANIZAR

“19/03/2009Concurso público da ANTAQ recebe pedido de impugnação administrativa do CRA/RJEm ofício enviado à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) – em Brasília – com cópia ao CESPE/UnB, instituição realizadora do concurso público da Agência, o CRA/RJ fez o pedido de impugnação administrativa do Edital nº 1 - ANTAQ, de 5 de dezembro de 2008. Ao analisar o referido Edital, a fiscalização do CRA/RJ constatou que as atividades-fim do cargo de ANALISTA ADMINISTRATIVO devem ser restritas a bacharéis em Administração, de acordo com a Lei Federal 4.769/65, que regulamenta a profissão de Administrador. Porém a concorrência às vagas ao cargo citado está aberta a candidatos que possuam graduação de nível superior em quaisquer áreas, estando o Edital, portanto, ilegal. Se esta irregularidade não for sanada, o CRA/RJ irá tomar as medidas legais cabíveis. Como o referido Edital também oferece vagas em outros Estados do país alem do Rio de Janeiro, sob coordenação do CFA, em Brasília, outros CRAs estão tomando as medidas cabíveis, como é o caso do CRA/DF, que também entrou com pedido de impugnação do concurso da ANTAQ.
(http://www.cra-rj.org.br/site/noticias/190309b.asp)”



O problema do pensamento daqueles que são contra a reivindicação do Conselho de Administração (CRA/RJ) é comum e óbvio dentro de uma realidade desregulada e à matraco. Esta também chamada de “praticidade”. Acima da Lei Federal, encontram-se os princípios deontológicos. Aliás, aquela Lei é conseqüência destes. Acho que ferir a Lei é até irrelevante em relação à partição de uma especialidade. Um das áreas mais prestigiadas, equiparada a outras ciências, é a CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO que hoje em universidades como Harvard se estuda administração em nível interdisciplinar e uma extensão muito interessante dela é o futurismo ligado à física-matemática avançada ( Teoria do Caos). Uma prova de que a UNB,e seus pares, representada pelo CESPE, não sabe de nada e só decodificou, pois a coisa mais fácil é preencher hiatos de informação. Agora, modificar uma mentalidade do seja o que Deus quiser ( alea jact est), essa é difícil. Eu dissinto da sonegação para com o Dispositivo Federal e, mais ainda, eu dissinto da postergação para com uma especialidade óssea. Precisamos mais de administradores pra diminuir o número de advogados administradores capengas e, muitas vezes, “capengas” na própria área, retardando o processo evolutivo, principalmente, o empreendedorismo e precisamos de administradores pra freia engenharia política faraônica. Achar que a administração é mera aquisição de conhecimentos gerais. Foi principalmente por uma necessidade administrativo-material que a humanidade chegou e encontrou a globalização e, hoje, dentro de um contêiner. O próprio conceito de logística e o Just-In-Time( JIT), etc. não surgiram à revelia da administração. Temos que regular desregularizando as mazelas pra organizar. Eu só sei dizer-lhes que estaríamos muito melhor com técnicos, analistas, especialistas em suas especialidades. Aventureiros não são aqueles que não ingressam no serviço público, são também aqueles que ingressam ( Estes os piores).





Lembro dum caso interessante e muito comum que ilustra muito bem. Aqui no Pará temos a Rede Celpa empresa que comprou as Centrais Elétricas do Pará. É sabido que nunca tivemos técnicos em suas áreas, era sempre um nomeado político, a saber, secretário de saúde advogado, presidente de Companhia Doca médico e assim vai...
.No entanto que o Ministro Pedro Brito recentemente mudou esse retrocesso, dando a César o que é de César. A Deus o que é de Deus eu tenho as minhas dúvidas. Voltando a Centrais Elétricas do Pará, sabemos que em todo Brasil passam em frente as nossas casas fios de alta tensão e esses fios não podem se unir, se não há curto circuito. Pois é, passamos dezenas de anos com o problema do curto circuito causado por crianças soltando papagaio ( pipa) e a inteligência dos “técnicos” não qualificados na área nunca dera um jeito. Depois de 50 anos, veio a privatização, uma invenção da mais pura centelha da intuição administrativa, e, obviamente, foram contratados especialistas no lugar dos retrógrados funcionários públicos. Qual foi a primeira providência do ENGENHEIRO ELÉTRICO, agora contratado pela Rede Celpa? Colocar um suporte, não condutor de eletricidade, entre os fios de alta tensão e nunca mais aconteceu curto circuito. Essa história da privatização brasileira pra dizer que vivemos em curto circuito devido a esse pensamento. Na verdade as palavras especialistas e analistas não têm nenhuma razão de existirem, se for sonegada a expertise.

Valeu!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

O além-terra depois do além-mar

By Marco Gemaque


O além-terra depois do além-mar

Se há uma maneira de condenar a economia de um país, condene o sistema portuário dele. Há mais de 200 anos quando Dom João VI abriu os portos às nações amigas e começou um processo irreversível para a sobrevivência do Brasil. Na esteira desse cenário, há 50 anos surgiu uma das pedras principais do fenômeno da globalização: o contêiner. Em torno dessa caixa gravita a economia mundial.

Novas tecnologias surgem à logística de melhor carregar essa caixa mágica, ou escoar a produção em níveis nacional e, principalmente, internacional. A infraestrutura do porto precisa se adaptar a esse paradigma. A superestrutura, em rápidas mudanças, surge para otimizar o seu manuseio. Surge uma infoestrutura para auxiliar as outras estruturas. Há a necessidade do aumento da estruturas e, bem assim, a necessidade de aumentar fisicamente os portos ou estendê-los para além-terra: portos não estuarinos ou não abrigados. O modelo do porto, que se confunde com a área urbana com seus prédios neoclássicos, ficará para retroáreas: uma ponte entre o porto da além-terra ou de águas profundas. Dessa maneira, o urbano se beneficiará com a diminuição do impacto que o porto de moldes antigo causa na vida. E ganhará com aumento da mão de obra, logo dando a população dignidade, educação, poder de compra, etc. A natureza, mesmo sofrendo com um impacto na mudança de seu habitat, ganhará mais, pois investir na riqueza de um país através do meio ambiente que a cerca, a água, e aumentar a conscientização quanto ao seu uso.

Natureza, tecnologia e economia têm que coexistirem, a fim de diminuir o impacto sobre a realidade socioambiental. Logo, dentro dessa harmonia, o urbano usufruindo do porto direto ou indiretamente. Este, essencialmente, disciplina a desigualdade social deixada além-mar que o além-terra contribui: o porto de águas profundas.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Crise econômica não afeta a indústria naval do país dos remendos






By Marco Gemaque


“Quem perdeu o trem da história por querer
Saiu do juízo sem saber
Foi mais um covarde a se esconder
Diante de um novo mundo”
de Beto Guedes e Ronaldo Bastos

Crise econômica não afeta a indústria naval do País dos remendos

A Lei 9.611, regulamentada em 2000, desburocratizou a nossa logística portuária ? E agora, o operador de Transporte Multimodal se prepara para entrar na sua adolescência ? Parece que somos um País que caminha a passos cágados, logo sempre atrasado. A cabotagem, que poderia ser uma solução, tornar-se-á um problema. E neste barco, vem a bordo os outros segmentos e únicos possíveis: petróleo/gás e offshore. E estes seguimentos e a cabotagem parecia voarem com tecnologias dirigidas para pequenas embarcações. Só aparência de um imediatismo. Os nossos chipyards são parcos em técnicos voltados para grandes navios, logo não passamos das nossas costas. Mesmo nos áureos tempos da indústria naval brasileira, não alcançamos o comércio internacional.

Observamos esta manchete falseada: “Crise econômica a ver navios na indústria naval brasileira”. Esta notícia é uma síntese da nossa esquizofrenia política. Melhor seria essa manchete: “Crise econômica afeta a indústria naval brasileira, desemprego em massa”. Explico: em 2008, o presidente Lula encomendou 146 navios de apoio marítimo, 40 navios-sonda e 11 plataformas de petróleo, ainda que 28 navios desses navios serem construídos em chipyards brasileiros, ainda assim sem uma visão global nada adiantaria, sendo a navegação uma atividade internacionalizada. O investimento da nova frota é todo nacional, ou seja, um “protecionismo”, este de si mesmo dependente, típico de um País logístico-infantil. Porém, será que adiantaria uma mão-de-obra especializada pra construir um super post-panamax ou um twin pick?

E pra que servirá o PAC? Um penduricalho. Diga-se a propósito, se não fôssemos o País do carnaval, seriamos o País do penduricalho, todo emendado. Quase todos aqueles navios são financiados pelo FMM e PAC, seria propício aos tempos atuais se todos fossem financiados pelos Eikes Batistas. Logo, teríamos um porto Brazil - a crises propício e bem assentado como qualquer indústria moderna, ou porto-indústria - independente do assistencialismo: seja de Leis, seja de uma cesta básica. A multimodalidade, ao longo do tempo, vai ficar a ver navios, fechada às nações amigas, enquanto houver uma política de remendos no Brasil dos milagres de santos de pés de barro e barbudos de fóruns sociais. Vamos perder eternamente o navio da história por querer com estes piratas.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

O amor é contagioso

Por Marco Gemaque
Urge a necessidade de fugirmos de estamentos tradicionais, mas para isto, há de haver uma relação mais próxima entre o humano e a alopatia. Esta com pretensão de panacéia e aquela desaparecendo com os nossos antepassados. Apesar do pesares temos uma luz no fim do túnel com estranhos tratamentos: musicoterapia, psicodrama, medicina chinesa, etc.Agradecemos à própria ciência por uma mudança de paradigma nos últimos tempo, pois foi provado cientificamente que amor remove montanhas, ou seja, uma relação direta entre a fé e uma possível cura. Pesquisadores analisaram um mesmo tipo de câncer em pessoas diferentes: um que tinha fé e o outro ateu. A primeira foi identificada um avanço à cura, porém a segunda o problema continuou. Neste mesmo exemplo, o primeiro tinha o carinho de familiares, contudo o segundo somente um filho o visitara. Ademais, aquele que recebia carinho familiar, músicas eram cantadas quase todos os dias e cânticos religiosos. Os pesquisadores concluíram: “a cura do câncer, no primeiro paciente, regrediu, devido a humanização que se deu sobre ele.” Um misto de fé, que tem como alicerce a união afetiva, desencadeou o antídoto pra uma possível melhora num paciente terminal.Foi descoberto, neste experimento que a relação médico-paciente é uma extensão do médico-família ou médico-humanização. Talvez a relação humana entre médico e o paciente, que outrora existira, se perdeu com os diagnósticos mais precisos e com a indústria dos medicamentos. A comunidade médica, principalmente a alocada no nosso sistema único de saúde falido, precisa identificar algo além do estetoscópio: a holística de Mãe-tera, olhando pro ventre humano ou animal. Pois, um século é o suficiente pra ser moldado uma revolução psíquica. E havia muito mais que isso quando surgiu a medicina moderna, pois uma selvagem lambeu, e ainda lambe, a sua cria pra imunizá-la e pra “contaminar” a civilização.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Humano-exato

Por Marco Gemaque

Humano-exato

É muito fácil preencher lacunas do conhecimento, porém a personalidade não se atinge com software ou qualquer outro mecanismo do mundo contemporâneo. Há, sem sombra de dúvida, uma contribuição importante para a cidadania este advento, a globalização, que começou na baixa Idade Média e está no nosso clique do dia a dia. Entretanto sem o apoio familiar, o outro nome do bom senso que freia o excesso legado pela tecnologia da informação, voltaremos aos dias pregressos da história.

Há uma “fórmula” muito complexa a ser resolvida nas bases sociológicas brasileira: um buraco negro deixado pela falta de cumutatividade no processo civilizatório. O Brasil passou muito rápido da enxada à televisão digital. Logo, o afã, em todos os níveis da sociedade, em relação ao novo, sonegando o processo pedagógico, nos deixa perdido entre GPS e a mais nova versão do Windows.

Se não houver consciência da complexidade da educação sob a égide da tecnologia.... Esvair-se-á esta com suas múltiplas formas de utilização e, assim, legar-nos-ão o óbvio: uma Web como um telefone muito barato e acessível ou de um correio cada vez mais abreviado, isto é, a língua portuguesa, em nível digital, cada dia mais maltratada nos blogs e MSN.

Compreende-se que a inovação tecnológica a serviço da cidadania implica informação e sabedoria, a fim de gerar uma ciência humana e exata. Exata o suficiente pra ser humana e humana o suficiente pra ser exata. Eis uma dicotomia nos novos tempos.





sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

A loteria dos concursos públicos no Brasil - Notas mínimas de um País mínimo


By Marco Gemaque

Notas mínimas de um País mínimo


Foram os chineses que inventaram o ingresso a órgãos públicos por via de uma seleção de provas objetivas: o concurso público. E o filósofo alemão Heidegger o trouxe para o ocidente, a fim de diminuir a ingerência política do Estado. Logo, o mundo todo copiou, porém, ao longo do tempo, se transformou numa batata quente, principalmente em países desenvolvidos, a contramão do neoliberalismo, pois aumentava os gastos públicos e a terceirização seria um ótimo caminho. O Brasil é um dos poucos países no qual há ingresso para o funcionalismo público para semi-analfabetos (o ensino fundamental incompleto). Não vamos entrar na questão do analfabetismo funcional, pois seria uma hecatombe na manhã da folha. Na esteira da globalização, o inocente jogo de azar transformara-se numa máquina de fazer dinheiro, financiando casas, atletas, educação, etc. Este, et cetera, o crime também. Fez-se, então, o concurso público ou/e a loteria. Esta transformando muitos pobres em milionários da noite pro dia e aquele, sonho de todo brasileiro em nível congênito, um caminho para a estabilidade ou um contraponto para a ingerência nacional( quimeras mil um castelo de autoafirmação que se ergueu ). Alguns coitados milionários ficam pelo meio do caminho: ora pela falta de cumulatividade, passando muito rápido de Assistente Administrativo a Antônio Ermírio de Moraes, ora pelos gananciosos de plantão. Lembrando Alguns concurseiros entram pra fazer uma prova como se tivesse entrando numa casa lotérica. Bingo! Cartão resposta ou bilhete lotérico?; Certo ou errado?; 34,60,45,87,29?; A idade de toda família ou a data de nascimento de cada um?; 73, b, 44,c,Todas estão corretas? (...) Eis a nossa esquizofrenia.
Quem disse que passar num concurso público é mais difícil que ganhar na loteria? A prova irrefutável desta mentira: milhares de concursos realizados pelas maiores instituições do Brasil. Então, vamos a justificativa da assertiva acima. O edital para o ingresso da AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS (ANTAQ), EDITAL N.º 1 – ANTAQ, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2008, autarquia federal, cuja responsabilidade sobre o certame é do CESPE (UNB). Notei uma diferença no conteúdo programático para o concurso de 2009 em relação ao último, que foi em 2005, organizado pela mesma instituição (CESPE). Enviei o seguinte email para o CESPE: Por que incluir redação no curso de 2009, pois não houve redação no de 2005? Resposta: “devido ao número mínimo de acertos em 2005. Foram ingressados aos cargos com menos de 50% de acertos.” Sabemos que o CESPE formula uma prova de CERTO ou ERRADO com 110 assertivas que significa 110 pontos. Segundo o Edital “será reprovado nas provas objetivas e eliminado do concurso público o candidato que se enquadrar em pelo menos um dos itens a seguir: a) obtiver nota inferior a 6,00 pontos na prova objetiva de Conhecimentos Básicos (P1);10b) obtiver nota inferior a 24,00 pontos na prova objetiva de Conhecimentos Específicos (P2);c) obtiver pontuação inferior a 33,00 pontos na soma das notas obtidas nas provas objetivas P1 e P2.” Verificando o arquivo do CESPE, http://www.cespe.unb.br/concursos/_antigos/2004/ANTAQ2005/, identifiquei o absurdo que fez Martin Heidegger tremer no túmulo. Para o cargo de TÉCNICO EM REGULAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS/BRASÍLIA/DF. A 8º colocada, Jucie Oliveira Marciel, obteve 63.00. Isso significa 57,27 % de acertos de uma prova com 110 questões, ou seja, quase a metade. Ela estava dentro do número de vagas que era 8 vagas para Brasília/DF; ou o 7º colocado para Belém, Delmare de Castro Sacramento com 59 pontos de 110, ou seja, 53,63 % da prova. Esses são alguns exemplos de vários, tanto para nível superior como para nível médio. Neste link há todo resultado do concurso que oferecia cargos para técnicos (Nével Médio) e analistas (Nível Superior) : http://www.cespe.unb.br/concursos/_antigos/2004/ANTAQ2005/arquivos/ED_2005_ANTAQ_6_RES_FIN_OBJ_E_DO_CONC__NM__E_PROV_DIS__NS_.PDF.
Longe de imaginar que esses candidatos acima chutaram, longe.

Seria possível, como numa loteria, qualquer pessoa das 110 questões acertar 55%, ou seja, 60,5 .Deixando em braco algumas e com a ajuda do CESPE anulando 10 ou 15 das 110. Número esse suficiente para o ingresso em uma autarquia federal com salários entre 4.205,27 e 8.389,60. Fiz a seguinte experiência: coloquei a mesmíssima prova nas mãos de um primo meu de 12 anos. Este teve um número de acerto de 62,3% , ou seja, 56,1 das 110 (deixando em branco 10 e mais 10 anuladas):90. O amiguinho de minha sobrinha de 10 anos. Este acertou 60% ou seja, 66 das 110 (deixando em branco 9 e mais 10 anuladas): 91, ou seja, estaria entre os aprovados. Não acreditei e continuei. A terceira foi um adolescente de 15 anos, sem fazer nenhuma análise, apenas à maneira lotérica. Ele acertou 58%, ou seja, 52,2 da 110 (deixando em branco 10 e mais 10 anuladas): 90, isto é, seria uma das primeiras colocadas, tentando o ingresso para técnico em Belém. Finalmente, fui atrás de um amigo, o “Loberto”, um fanático por loteria, porém nunca tentou a sorte num concurso público. Dei-lhe os cadernos, nível médio e nível superior, de questões. Fez uma cara, típica de um jogador veterano de loteria, e começou a marcar. Em alguns minutos, entregou-me. Conferi o gabarito. “Loberto” acertou 73 % da prova para nível técnico e 60 % nível superior(dentro da mesma lógica dos anteriores: deixando em branco e com a ajuda do CESPE). Agora, qual a solução para impedir o chutômetro dos Lobertos Brasil afora? O próprio CESPE tem a resposta, e medíocre, pra solução, que sempre o faz em seus concursos. E o fez no concurso do Ministério da Saúde 2008: “A nota em cada item das provas objetivas, feita com base nas marcações da folha de respostas, será igual a: 1,00 ponto, caso a resposta do candidato esteja em concordância com o gabarito oficial definitivo das provas; 0,50 ponto negativo, caso a resposta do candidato esteja em discordância com o gabarito oficial definitivo das provas” No bojo dessa regra, somando o número de acertos positivo e número de erros negativos. Loberto acertaria 59,5 em vez de 73 %, pois a porcentagem de erros teria um peso influente sobre os acertos, embora pífia também esta maneira, pois vale pra todos, no entanto a redação é de grande ajuda. Ainda assim esta a cada concurso está cada vez mais sugestionável: se o concurso é do Ministério da Saúde o tema da redação é “a humanização da saúde” ou “o caos da saúde no Brasil”. Mais: não há crédito sobre a redação, pois num universo de 120 pontos colocar uma redação com 10 pontos. Apesar de tudo O CESPE tem o costume de anular dez questões ou mais e fica por isso mesmo. No concurso do MS2008, foram anuladas 11 questões para nível médio. Anular 11 questões num universo de 120. Isto é o suficiente pra desclassificar um candidato que não as acertou e favorecendo pra quem as errou.

O mais deletério, nas provas de Certo e Errado do CESPE, é forçar o candidato a deixar várias questões em branco, ou seja, chegará um tempo que o mínimo de acertos para ingressar no serviço público será de 30% a 40% de uma prova ou nota 3 ou 4: uma regressão pedagógica.

Este é o Brasil, de notas mínimas de um País mínimo ou, como disse Reinaldo Azevedo, “Máximas de Um País Mínimo” , um Estado que acredita anacronicamente num país de funcionários públicos, ímpar no mundo, e não tem uma legislação específica pra falta de respeito aos cuncurseiros-consumidores. É isso, estamos à sorte, e sem logística, : alea jacta est.





P



quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A GENEALOGIA DO CAOS (a corrupção ambiental-desmatamento da ética)

By Marco Gemaque
A GENEALOGIA DO CAOS
(a corrupção ambiental-desmatamento da ética)

(?) Qual a relação entre um muro que caiu em consequência de uma trovoada, em Belém do Pará, pertencente à Companhia de Saneamento do Pará (COSANPA) e a ocupação de terra conhecida como “Invasão do Jacaré” sita na mesma rua? E ambas com o meio ambiente?
Há uma relação entre os fatos, cuja gravidade é um mecanismo complexo, e que, ao longo da História, é uma inércia comportamental. Essa lógica é a mesma ligada aos instintos primários diversos.
(+) Vamos à aquarela posposta ao muro: há, portanto, na desordem dos novos tempos, um muro caído e uma ocupação de terra, e por extensão: alguém afanando um bombom, além do malandro passando à frente numa fila, etc.
(!!) Para realmente entender o fato, nosso pensamento precisa abdicar do censo (senso) comum pedagógico,o de sermos o país da corrupção, realizando uma análise de múltiplos fatores em interação no passado e no presente. À busca de uma análise crítica e discursiva da realidade, antes e depois do muro-ocupação de terra.
(-) À aquarela anteposta ao muro: em 1500, na desordem dos tempos idos, na então ilha de Vera Cruz, chegavam 13 caravelas portuguesas. Nelas, vieram as doenças seculares e nossos vícios. Estes constam no primeiro documento escrito no país, a carta de Caminha, que anunciou o “descobrimento” de novas terras ao rei dom Manuel. Aproveitou o escrivão a ocasião para pedir-lhe um emprego ao primo.
($) O “jeitinho brasileiro” ancestral ecoa ainda hoje nas filas, na queda de um muro, ou seja, o efeito direto da superfaturação de uma obra, da construção de edifícios residenciais e muros com material de péssima qualidade; ou da ganância, em detrimento de vidas humanas, para se obter dinheiro fácil e, assim, poder imediato. Um senão que “caminha desde Caminha”, nas nossas mentes, e, em situação de pedra, fecundou o inconsciente coletivo.
(®) Um exemplo marcado no 'censo' (senso) comum: “uma senhora da classe alta vive ao redor do poder. Em sua casa, há empregadas para tudo. Maria, por exemplo, para servir o café e outra para cuidar de Carlota Joaquina, uma poodle. Aquela derrama acidentalmente o café no carpete e paga com o seu próprio emprego. E a última é incumbida de passear com a cadela, às necessidades fisiológicas desta – obviamente sem nenhuma consciência cívico-ecológica, por parte da patroa ou empregada, para manter as ruas limpas. A patroa é um reflexo triste pertencente a uma sociedade que acha que tem o DIREITO de chutar uma funcionária somente por derramar café no carpete e esquece-se do DEVER de manter as ruas limpas.
(.) No Brasil, há mais DIREITOS do que DEVERES, em consequência da herança colonial que se achava no direito sobre terras do além-mar e, assim, usurpou-se dos direitos de moradores milenares que aqui habitavam e do dever de não tirar o direito de outrem.
(†) Nas caravelas, embarcaram muitos males; porém a herança pedagógico-cartesiana, na qual valoriza a fragmentação do conhecimento, perdura ainda hoje, enfatizando o binômio causa e efeito. Logo, o nosso raciocínio perde-se na poeira de um muro caído: não conceituar preservação ambiental, segundo a área especifica de cada profissão, para a assunção do disciplinar. Assim, sonegando a interdisciplinaridade.
(?!) Um simples cair de um muro pode ocasionar o surgimento da “invasão do jacaré” que, de outra forma, não teria acontecido, se o material de boa qualidade não fosse trocado, comprometendo a estrutura do muro e, logo, por influência antiética de Caminha ao malandro ou deste ao anticonservacionismo, comprometendo a estrutura da educação, da saúde, (...) do País...
(∞) Um passado-presente cheio de vícios e tramóias: da chegada da civilização à contaminação de uma cultura; da gestão de um governo que superfatura um muro a hiatos nos nossos direitos. Urge saber que responsabilidade está ligada à causa e ao efeito, pois, além desta dicotomia, há muitas implicações: reclamamos da corrupção, mas atravessamos o sinal vermelho; choramos o desmatamento da Amazônia, mas sujamos as ruas e nos encantamos ainda com os chafarizes numa era de escassez de água-valores.
(o contraponto) Assim, se não nos educarmos, e se não “educarmos a Educação”, aquele muro da COSANPA ou quem o representou na sua edificação – extensão do TRT de SP- malandro, da senhora-Caminha e da cultura predatória (...) e aquela “invasão do jacaré”– uma extensão das favelas e da pobreza – continuarão per saecula saeculorum. E isto tudo cai sobre o ambiente que é o habitat natural de tudo-todos em consequência da nossa corrupção ambiental-desmatamento da ética iluvial. Se é a natureza-homem, o pluvial-fluvial, sentinela imunológico do planeta, é hífen educacional. É mais que vigia, é muro, no qual não pode ser reconstruído.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Beautiful (Fake Plastic Trees )




Beautiful (Fake Plastic Trees )

By Hogarth/Kelly/Mosley/Rothery/Trewavas ( Marillion) and Radiohead


(Everybody knows that we live in a world where they
give bad names to beautiful things)

For a fake chinese rubber plant
In the fake plastic earth

(Everybody knows that we live in a world where we don't
give beautiful things a second glance)

That she bought from a rubber man

(Heaven only knows that we live in a world where what
we call beautiful is just something on sale)

In a town full of rubber plans
To get rid of itself

(People laughing behind their hands while the fragile
and the sensitive are given no chance)

It wears her out, it wears her out

(And the leaves turn from red to brown
To be trodden down
To be trodden down)

It wears her out, it wears her out

(And the leaves turn from red to brown
Fall to the ground
Fall to the ground)


She lives with a broken man

(We don't have to live in a world where we give bad
names to beautiful things)

A cracked polystyrene man
(We should live in a beautiful world)

Who just crumbles and burns
(We should give beautiful a second chance)






He used to do surgery

(And the leaves fall from red to brown
To be trodden down
Trodden down)

On girls in the eighties

(And the leaves turn green to red to brown
Fall to the ground)

But gravity always wins

(And get kicked around)


And it wears him out,
(You strong enough to be..
Have you the courage to be.. )

it wears him out
(Have you the faith to be..
Honest enough to say..)

It wears him out,
(Don't have to be the same..
Don't have to be this way)

it wears him out
(C'mon and sign your name
You wild enough to remain beautiful?
Beautiful)

She looks like the real thing

(All the leaves turn from red to brown
To be trodden down
Trodden down )

She tastes like the real thing

(And we fall green to red to brown
Fall to the ground
To be kicked around)

My fake plastic love
(Beautiful … )





But I can't help the feeling

(All the leaves turn from red to brown
To be trodden down
Trodden down )

I could blow through the ceiling
If I just turn and run

(And we fall green to red to brown
Fall to the ground
To be kicked around)

And it wears me out, it wears me out

(You strong enough to be.. )

It wears me out, it wears me out
(Why don't you stand up and say)

And if I could be who you wanted

(Give yourself a break )
If I could be who you wanted

(They laugh at you anyway )

All the time, all the time

(So why don't you stand up and be
Beautiful.)

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

fascination




It was fascination
I know
And it might have ended
Right then, at the start
Just a passing glance
Just a brief romance
And I might have gone
On my way
Empty hearted

It was fascination
I know
Seeing you alone
With the moonlight above
Then I touch your hand
And next moment
I kiss you
Fascination turned to love

It was fascination
I know
Seeing you alone
With the moonlight above
Then I touch your hand
And next moment
I kiss you
Fascination turned - to - love

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Todo sentimento,ainda que mal

Ainda que mal pergunte,
(Preciso não dormir)
ainda que mal respondas;
(Até se consumar)
ainda que mal te entenda,
(O tempo da gente)
ainda que mal repitas;
(Preciso conduzir )
ainda que mal insista,
(Um tempo de te amar)
ainda que mal desculpes;
(Te amando devagar e urgentemente)
ainda que mal me exprima,
(Pretendo descobrir)
ainda que mal me julgues;
( No último momento)
ainda que mal me mostre,
(Um tempo que refaz o que desfez)
ainda que mal me vejas;
(Que recolhe todo sentimento)
ainda que mal te encare,
(E bota no corpo uma outra vez)
ainda que mal te furtes;
(Prometo te querer)
ainda que mal te siga,
(Até o amor cair)
ainda que mal te voltes;
(Doente, doente)
ainda que mal te ame,
(Prefiro então partir)
ainda que mal o saibas;
(A tempo de poder)
ainda que mal te agarre,
(A gente se desvencilhar da gente)
ainda que mal te mates;
(Depois de te perder)
ainda assim te pergunto
(Te encontro com certeza)
e me queimando em teu seio,
(Talvez num tempo da delicadeza)
me salvo e me dano
(Onde não diremos nada
Nada aconteceu
Apenas seguirei
Como encantado ao lado seu)
: amor.

sábado, 15 de setembro de 2007

Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac ...

o santo do pau “ocoexistente"
Por M. Mutata

No Brasil do milagre( Lula-socialismo) do santo do pau “ocoexistente”, chegaremos no final como uma antiga USRR: dentro de um Landau no qual o seu motorista e guia espiritual - Lula Rasputin- junto com seus camaradas, dirigindo com os olhos apenas no retrovisor: ora por pura vaidade, ora por puro cegantismo( cego + pedantismo). Sabemos da partida, porém da chegada...
Sabemos que o Landau, típico da indústria comunista, é um carro parco em economia. Por analogia, a vida imita a máquina em tempos assistencialistas, pois não importa o problema, se não podemos com sua causa, então anestesiaremos o inevitável, agregaremos valores à conseqüência. Esta, alias, coisificando o ser, acho que o objeto quase de Saramago é doce demais perto do futuro( ele, o coisa) que se atém a nossa incompetência política, acelerada, pior ainda, pois a velocidade que mata é a mesma que emociona. o Pac, neste caso, uma Onomatopéia da pantomima de urubus desmobilizados, Escutem: Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac PacPac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac Pac...
no futuro.