Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

SMichael

There is a new word in the universal language: “SMichael”

“SMichael"

SMichael, though your heart is aching

SMichael, even though it's breaking

When there are clouds

in the sky

You'll get by...

If you SMichael

With your fear and sorrow

SMichael and maybe tomorrow

You'll find that life is still worthwhile

If you just...

Light up your face with gladness

Hide every trace of sadness

Although a tear may be ever so near

That's the time you must keep on trying

SMichael, what's the use of crying

You'll find that life is still worthwhile

If you just...

SMichael, though your heart is aching

SMichael, even though it's breaking

When there are clouds in the sky

You'll get by...

If you SMichael

Through your fear and sorrow

SMichael and maybe tomorrow

You'll find that life is still worthwhile

If you just SMichael...

That's the time you must keep on trying

SMichael, what's the use of crying

You'll find that life is still worthwhile

If you just SMichael”

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Michael beyond good and evil

By Marco Gemaque

Michael isn’t man nor child;

Not male or female;

Non sì o no;

Not dead or alive;

No vivo o muerto;

Non di sesso maschile o femminile;

Not young or old;

Pas de sexe masculin ou féminin;

Nicht männlich oder weiblich;

Nicht tot oder lebendig;

Non vivants ou morts;

Pas noir ou blanc;

Non non ou oui;

No es joven o viejo;

No humano o máquina;

Non giovani o vecchi;

No es blanco o negro

Not young or old;

Nicht jung oder alt;

Kein Mensch oder Maschine;

Not human or machine;

No es hombre o mujer;

Not black or white;

Not no or yes;

Not unsocial or social

Non vivi o morti;

Pas de jeunes ou vieux;

Pas de l'homme ou à la machine;

Not human or machine;

Non umano o macchina;

Non bianco o nero;

Not Micheal Jackson or Micheal Jackson;

Not beauty or beast;

Micheal Jackson is a artist;

Not Synonym or Antonym;

Therefore, he is beyond good and evil

he is beyond dichotomy.

Sábado, 2 de Maio de 2009

AS FACES DA GLOBALIZAÇÃO

O agravamento da crise global no fim de 2008 aprofundou ainda mais a recessão na economia da zona do euro, arrastando todos os grandes países do bloco para a retração e encolhendo mais até que os Estados Unidos da América, o epicentro dos problemas. Com a Alemanha, a sua principal economia, registrando a maior retração desde a reunificação,
em 1990, o PIB dos 15 países da zona do euro (neste ano, a entrada da Eslováquia levou o número de integrantes do bloco a 16) encolheu 1,5% no quarto trimestre do ano passado em relação aos três meses anteriores. A região já vinha de dois trimestres seguidos de contração (que é a definição técnica de recessão), mas, em compensação, ela era muito mais amena: de 0,2%. (Folha de S.Paulo, 14/2/2009, p. B1 (com adaptações).)


Considerando que
 o texto acima tem caráter unicamente motivador, redija texto dissertativo acerca do seguinte tema.

CRISE ECONÔMICA MUNDIAL, A OUTRA FACE DA GLOBALIZAÇÃO

Ao elaborar seu texto, aborde, necessariamente os seguintes aspectos:


- globalização: tecnologia, aumento da produção e ampliação dos mercados mundiais;

- mundialização da atual crise econômica;

- efeitos da crise econômica.




Por Marco Gemaque


A definição genérica de globalização consiste na unificação de valores, via de regra, a interdependência da economia dos povos. Da economia de uma nação moderna que se ergue a pilastra de uma sociedade digna. Essa sociedade com o mister da integração, a fim da dinamização do capitalismo.

 Foi pela necessidade de expandir os mercados que surgiram as grandes navegações e com elas a 

tecnologia da bússola ao satélite; da impressa de Gutenberg à rede mundial de computadores. Chegamos a um patamar de integração indissolúvel, visto que o país que voluntariamente estiver fora desse mecanismo, justificando erroneamente o apodrecimento, por exemplo, cultural e social, está fadado ao isolamento econômico e como conseqüência fora do avanço tecnológico e sem uma qualidade de vida adequada para os tempos modernos. Logo, uma ilha fora da aldeia global, restringindo a ampliação do seu mercado em nível mundial.

O fácil acesso dos povos ao livre mercado e, por conseqüência, gerando político e socioculturalmente embates, é natural que existam uma globalização das vantagens e desvantagens. Aquela trás dinamização de valores econômicos, culturais e sociais e esta, por ser o livre mercado  um mecanismo interdependente, e principalmente dependente, depende de paises desenvolvidos como, por exemplo, os Estados Unidos da América, cuja fragilidade de sua economia significa a fragilidade da economia mundial, pois o maior consumidor do planeta funciona como um termostato para o resto do mundo.

 

Se existe recessão, isto é, o ceticismo de investidores em empregar suas riquezas e o medo de consumidores gastarem, logo o mercado esfriará, gerando desemprego e menos consumidores e, por fim, a pobreza generalizada Não obstante esta oscilação entre pobreza dos mercados e riqueza é ínsita ao capitalismo e, sendo assim, foi o que nos fez sair, e sairemos, da prensa de Gutenberg à rede mundial de computadores e da rede mundial de computadores a outros mares: ora em faces turbulentas, ora em faces quietas.

A crise econômica mundial de 2008, assim como o “crack” da bolsa de valores de Nova York em 1929, mostra-nos a globalização da economia com duas faces que flertam com o desenvolvimento da humanidade.



P.S.: Texto desenvolvido sobre um proposta de dissertação para  Analista Administrativo — Área: Administração ( ANATEL) 2009

 

 

  

 

 


Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

“Ruibarbosiar”


“O Direito foi inventado para desarmar os espíritos” disse Montesquieu e, assim, este criou o espírito das leis. Agora, a nossa predisposição ao “barraquismo” está harmonizada: “são Poderes da União, dependentes e harmônicos dentro da nossa eterna vocação à baixaria, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.”

Aquele homem culto, que fala alemão fluentemente, é o primeiro negro a assumir o mais alto cargo da justiça brasileira, onde reside o teto de nossa gerência moral, e deveria ser fã de um outro Barbosa: Rui. Aliás, Rui Barbosa deveria ser um verbo. O verbo “ruibarbosiar” que significaria, e além de muitos significados, saber que saber significa não saber. Esse verbo seria regular e com múltiplas transitividades: o primeiro que uma criança aprenderia na escola, qual o leite materno, a fim de levar pro resto de sua vida o verbo profilático para não adoecer a carne e, principalmente, o espírito.

Não se viu ali, na Suprema Corte, apenas um bate-boca típico de um botequim da esquina. O que aconteceu foi a “desruibarbosiação” das coisas: a incomensurável falta de modéstia. Barbosa “desruibarbosiado” ( o Joaquim) e o Gilmar Mendes apenas abriram as portas de uma percepção camuflada sob a toga do juridiquês e conveniências políticas. Não adianta política será o fio condutor de todos os poderes, e o homem é político por natureza, mesmo que analfabeto. Política é a arte de vender e vendem-se aparências, embora, às vezes, não se consiga disfarçar. A Corte deve ter pensado: “não colou essa, foi um descuido feio de vocês”. Outrossim, as futricas on-line entre Lewandowski e Cámen Lúcia em outros tempos verbais ( 2007), porém pessoas diferentes. Será que o negão poliglota está sentido sobre quem duvidava do seu “salto social”? Até quando Eros Grau ( Cupido) engolirá Lewandowski e Cámen Lúcia. Será que a pressão do Cupido ainda sobe?

Salve algumas exceções, mas Barbosa (o desruibarbosiado) e seus pares precisam conjugar este neologismo. Devem querê-lo e querer-lhe ou ruibarbosiá-lo e ruibarbosiar-lhe, pois “a inteireza do espírito começa por se caracterizar no escrúpulo da linguagem” como cantou certa Águia que hoje está em extinção.


Terça-feira, 7 de Abril de 2009

À flor da pele

Euzinho
Eu sou açaizinho. Quero dizer o meu apelido. Meu nome é Marco Antônio Furtado Gemaque. Açaizinho vem do meu pai que era vendedor de açaí e, logo, desde que me conheço como gente é assim: “Açaizinho, passa a bola!”, “Corre açaizinho!” Açaizinho, vem aqui moleque!. Já nem sei se sou Marco. Gosto muito de ler. O meu primeiro livro que li, chama-se “Eram os deuses astronautas?” Eu tinha 13 anos e encontrei-o na biblioteca público do meu Estado: Pará. Gostei tanto desse livro que furtei da biblioteca. Quase eu transformei-me em um ladrão de livros, porque furtei outros e mais outros, ou seja, a leitura se transformou em um vício. Furtei “O Pequeno Príncipe” e Dom Quixote, uma coletânea de contos que tinha “O homem da cabeça de papelão” e outros. Na verdade esse vício deveras atrapalhou a minha vida, pois antes dos dezoito anos já tinha lido muito coisa. Tomos e tomos de livros. E, assim, eu esqueci do convencional. Aquela coisa, fazer vestibular e se formar... mulher, filho, salário ...
Cheguei aos vinte anos e precisava trabalhar. E abri os classificados e estava lá: “operador de xérox” E pensei: “legal esse emprego, as pessoas tiram copias de livros e posso emprestá-los”. Porém descobri que não havia tempo pra ler nada e ninguém emprestava nada. Estava frustrado com meu emprego. Descobri que a universidade do meu Estado abrira, na época, uma licitação pra contratar uma empresa de segurança. Foi quando eu fiz um curso técnico pra vigilância. E precisava desse emprego na universidade do Estado, apesar do perigoso iminente da profissão, porém teria mais tempo pra leitura. Não é que eu consegui o emprego aos 21 anos? O meu chefe disse que eu iria vigiar a biblioteca da universidade e que eu iria ficar dentro dela das 23:00 às 7:00 da manhã. Foi nesta biblioteca, apesar de pequena, que encontrei “As maravilhas da matemática” de Malba Tahan. Não o furtei, pois já tinha absorvido nos livros a importância da abdicação dos instintos primários. Freud, por exemplo, me ensinou que “a única maneira de abicarmos dos instintos primários era através da leitura” E os meus instintos primários, pelo menos alguns deles, estavam dominados. Neste interstício, dez anos como vigilante da leitura, fui um bom Quixote e comecei a escrever, ou seja, tentar criar outros livros, dando impulso à espécie ‘celulose’ para impulsionar o espírito da espécie humana.
Ganhei prêmios literários, mas isto era segredo no meu trabalho. Em 2007, inscrevi-me num concurso de teatro e poesia em Campos no Rio de Janeiro e estava entre 30 finalistas que iriam disputar um prêmio de 11 000 mil reais. Fui o único paraense até hoje. É difícil, visto a especificidade do texto, poesia falada ou interpretada. Eu me inscrevi como autor e como ator. Cheguei à empresa que eu trabalho e solicitei uma troca de serviço pra eu participar, defender o meu Estado, num concurso nacional de literatura e teatro. O meu chefe zombou de mim e disse que não liberava funcionário dele pra “sacanagem”. O nome do texto é “A vida engarrafada”. Ainda bem que eu não disse o nome do poema que iria defender, senão seria humilhado mais ainda.
Depois de um mês, o meu supervisor chegou ao meu posto de serviço, a biblioteca, e levou tudo que eu tinha de pertences, pois ele recebera uma ordem de levar coisas que atrapalhassem a segurança do patrimônio. Levou um livro de contos que eu estava desenvolvendo no meu posto e algumas partituras e poesias. Consegui recuperar alguns contos do livro, sendo que os poemas foram perdidos, pois na época não tinha computador.
Ano passado encontrei um dos poemas: “Grávida d’vinha”. Este poema (prosa) ganhou o segundo lugar num concurso nacional de poesia no Rio Grande do Sul, que é patrocinado pela FENAVINHO.
Fui retirado do meu posto de serviço ou minha biblioteca e fui jogado num píer abandonado da Eletronorte em 2008: sem luz ou só com a luz do luar. Uma espécie de castigo e prerrogativa da empresa, a fim que eu entregasse o lugar, visto que descobriram “o escritor-vigia e sem luz, não tem razão de continuar na empresa, logo entregará o lugar.” Neste píer eu tive a ideia de escrever o conto “Ao mar livro” que estou revisando. Meu Deus, “a criatividade não cessa nunca, nem nos é tirada!”
O emprego não agüentou, pois com a facilidade pra escrever, fiz uma ocorrência e adornei-a um pouco: o suficiente pra me mandarem pra rua e, assim, acabar com o meu sofrimento. Hoje estou desempregado e ponto de se despejado. Tentarei o serviço público.. Fiz alguns concursos, porém a indisciplina da mão liberta de um poeta ainda reflete na minha personalidade. Por exemplo, este ano prestei um concurso para o Ministério da Ciência e Tecnologia (Museu Emílio Goeldi) e fiquei em quarto lugar e iria pra final prática. E tinha muita chance por ter experiência na área de editoração. Simplesmente eu dormi e passei da hora da prova. Domingo fiz a prova da ANTAQ, Agencia Nacional de Transportes Aquaviários, concorrendo ao cargo de Técnico em Regulamentação, foi um choque entre a disciplina (a prova) e estro indisciplinado do artista. Foi um desastre. Apesar da atividade de organizar uma música ou um conto ou poema ser extremamente articulado. Arte está com os pés “fincados” em algum lugar que não é na terra, deve ser por isso da não predisposição do artista ao método (convencional).
Temos dois tipos de heróis pra nós espelharmos: o anti-herói e o herói. Este é metódico e organizado e aquele é genial e desorganizado, pois tem o niilismo como inspiração. Por exemplo, o Ayrton Sena era o perfeito herói que representa muito bem a genialidade e a organização. Ele não fazia uma corrida antes de caminhar pela pista na qual ele iria competir. Ayrton não era adepto do “amar como se fosse a última vez” ou “carpe diem”. Tudo era feito com cautela. O gênio das pistas era o contrário, por exemplo, de muitos gênios da música, pintura, letras, etc. Estes tinham no niilismo, autodestruição, como fermento pra criatividade.
Hoje, pra passar em um concurso, pra vender arte, pra casar, pra interpersonalidade... temos que ser um Ayrton Sena em grande parte. Este herói dum arquétipo inexistente, principalmente, pra nos brasileiros montados sobre o alicerce da cultura ocidental, pois só lembramos de demiurgos como Cazuza, de Renato Russo, Elis Regina, Joplin, etc. Devemos admirá-los ou admirar a arte, não os seguir com exemplo logístico pra organização social. O “alea jact est” (“seja o que Deus quiser...”) e “carpe diem”
( “aproveite o dia”) fizeram um bem muito grande pra minha criatividade, e muito mal pra minha vida social. Destarte, atingiu o financeira, amorosa e familiar. Eis alguém querendo muito mudar. Mudar com honestidade e altruísmo. Mudar com honestidade e espírito empreendedor. Mudar com honestidade e criatividade. Mudar com honestidade e simplicidade. Mudar com honestidade e honestidade.

valeu!

Domingo, 22 de Março de 2009

REGULAR DESREGULARIZANDO AS MAZELAS PRA ORGANIZAR

Por Marco Gemaque

REGULAR DESREGULARIZANDO AS MAZELAS PRA ORGANIZAR

“19/03/2009Concurso público da ANTAQ recebe pedido de impugnação administrativa do CRA/RJEm ofício enviado à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) – em Brasília – com cópia ao CESPE/UnB, instituição realizadora do concurso público da Agência, o CRA/RJ fez o pedido de impugnação administrativa do Edital nº 1 - ANTAQ, de 5 de dezembro de 2008. Ao analisar o referido Edital, a fiscalização do CRA/RJ constatou que as atividades-fim do cargo de ANALISTA ADMINISTRATIVO devem ser restritas a bacharéis em Administração, de acordo com a Lei Federal 4.769/65, que regulamenta a profissão de Administrador. Porém a concorrência às vagas ao cargo citado está aberta a candidatos que possuam graduação de nível superior em quaisquer áreas, estando o Edital, portanto, ilegal. Se esta irregularidade não for sanada, o CRA/RJ irá tomar as medidas legais cabíveis. Como o referido Edital também oferece vagas em outros Estados do país alem do Rio de Janeiro, sob coordenação do CFA, em Brasília, outros CRAs estão tomando as medidas cabíveis, como é o caso do CRA/DF, que também entrou com pedido de impugnação do concurso da ANTAQ.
(http://www.cra-rj.org.br/site/noticias/190309b.asp)”



O problema do pensamento daqueles que são contra a reivindicação do Conselho de Administração (CRA/RJ) é comum e óbvio dentro de uma realidade desregulada e à matraco. Esta também chamada de “praticidade”. Acima da Lei Federal, encontram-se os princípios deontológicos. Aliás, aquela Lei é conseqüência destes. Acho que ferir a Lei é até irrelevante em relação à partição de uma especialidade. Um das áreas mais prestigiadas, equiparada a outras ciências, é a CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO que hoje em universidades como Harvard se estuda administração em nível interdisciplinar e uma extensão muito interessante dela é o futurismo ligado à física-matemática avançada ( Teoria do Caos). Uma prova de que a UNB,e seus pares, representada pelo CESPE, não sabe de nada e só decodificou, pois a coisa mais fácil é preencher hiatos de informação. Agora, modificar uma mentalidade do seja o que Deus quiser ( alea jact est), essa é difícil. Eu dissinto da sonegação para com o Dispositivo Federal e, mais ainda, eu dissinto da postergação para com uma especialidade óssea. Precisamos mais de administradores pra diminuir o número de advogados administradores capengas e, muitas vezes, “capengas” na própria área, retardando o processo evolutivo, principalmente, o empreendedorismo e precisamos de administradores pra freia engenharia política faraônica. Achar que a administração é mera aquisição de conhecimentos gerais. Foi principalmente por uma necessidade administrativo-material que a humanidade chegou e encontrou a globalização e, hoje, dentro de um contêiner. O próprio conceito de logística e o Just-In-Time( JIT), etc. não surgiram à revelia da administração. Temos que regular desregularizando as mazelas pra organizar. Eu só sei dizer-lhes que estaríamos muito melhor com técnicos, analistas, especialistas em suas especialidades. Aventureiros não são aqueles que não ingressam no serviço público, são também aqueles que ingressam ( Estes os piores).





Lembro dum caso interessante e muito comum que ilustra muito bem. Aqui no Pará temos a Rede Celpa empresa que comprou as Centrais Elétricas do Pará. É sabido que nunca tivemos técnicos em suas áreas, era sempre um nomeado político, a saber, secretário de saúde advogado, presidente de Companhia Doca médico e assim vai...
.No entanto que o Ministro Pedro Brito recentemente mudou esse retrocesso, dando a César o que é de César. A Deus o que é de Deus eu tenho as minhas dúvidas. Voltando a Centrais Elétricas do Pará, sabemos que em todo Brasil passam em frente as nossas casas fios de alta tensão e esses fios não podem se unir, se não há curto circuito. Pois é, passamos dezenas de anos com o problema do curto circuito causado por crianças soltando papagaio ( pipa) e a inteligência dos “técnicos” não qualificados na área nunca dera um jeito. Depois de 50 anos, veio a privatização, uma invenção da mais pura centelha da intuição administrativa, e, obviamente, foram contratados especialistas no lugar dos retrógrados funcionários públicos. Qual foi a primeira providência do ENGENHEIRO ELÉTRICO, agora contratado pela Rede Celpa? Colocar um suporte, não condutor de eletricidade, entre os fios de alta tensão e nunca mais aconteceu curto circuito. Essa história da privatização brasileira pra dizer que vivemos em curto circuito devido a esse pensamento. Na verdade as palavras especialistas e analistas não têm nenhuma razão de existirem, se for sonegada a expertise.

Valeu!

Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009

O além-terra depois do além-mar

By Marco Gemaque


O além-terra depois do além-mar

Se há uma maneira de condenar a economia de um país, condene o sistema portuário dele. Há mais de 200 anos quando Dom João VI abriu os portos às nações amigas e começou um processo irreversível para a sobrevivência do Brasil. Na esteira desse cenário, há 50 anos surgiu uma das pedras principais do fenômeno da globalização: o contêiner. Em torno dessa caixa gravita a economia mundial.

Novas tecnologias surgem à logística de melhor carregar essa caixa mágica, ou escoar a produção em níveis nacional e, principalmente, internacional. A infraestrutura do porto precisa se adaptar a esse paradigma. A superestrutura, em rápidas mudanças, surge para otimizar o seu manuseio. Surge uma infoestrutura pra auxiliar as outras estruturas. Há a necessidade do aumento da estruturas e, bem assim, a necessidade de aumentar fisicamente os portos ou estendê-lo para além-terra: portos não estuarinos ou não abrigados. O modelo do porto que se confunde com a área urbana com seus prédios neoclássicos ficará pra retroáreas: uma ponte entre o porto da além-terra ou de águas profundas. Dessa maneira o urbano se beneficiará com a diminuição do impacto que o porto de moldes antigo causa na vida. E ganhará com aumento da mão de obra, logo dando a população dignidade, educação, poder de compra, etc. A natureza, mesmo sofrendo com um impacto na mudança de seu habitat, ganhará mais, pois investir na riqueza de um país através do meio ambiente que a cerca, a água, e aumentar a conscientização quanto ao seu uso.

Natureza, tecnologia e economia têm que coexistirem, a fim de diminuir o impacto sobre a realidade socioambiental. Logo, dentro dessa harmonia, o urbano usufruindo do porto direto ou indiretamente. Este, essencialmente, disciplina a desigualdade social deixada além-mar que o além-terra contribui: o porto de águas profundas.

Domingo, 8 de Fevereiro de 2009

Crise econômica não afeta a indústria naval do país dos remendos





By Marco Gemaque


“Quem perdeu o trem da história por querer
Saiu do juízo sem saber
Foi mais um covarde a se esconder
Diante de um novo mundo”
de Beto Guedes e Ronaldo Bastos

Crise econômica não afeta a indústria naval do País dos remendos

A Lei 9.611, regulamentada em 2000, desburocratizou a nossa logística portuária ? E agora, o operador de Transporte Multimodal se prepara pra entrar na sua adolescência ? Parece que somos um País que caminha a passos cágados, logo sempre atrasado. A cabotagem que poderia ser uma solução, tornar-se-á um problema. E neste barco os outros segmentos, e únicos possíveis: petróleo/gás e offshore. E estes seguimentos e a cabotagem parecia voarem com tecnologias dirigidas para pequenas embarcações. Só aparência de um imediatismo. Os nossos chipyards são parcos em técnicos voltados para grandes navios, logo não passamos das nossas costas. Mesmo nos áureos tempos da indústria naval brasileira, não alcançamos o comércio internacional.

Observamos esta manchete falseada: “Crise econômica a ver navios na indústria naval brasileira”. Esta notícia é uma síntese da nossa esquizofrenia política. Melhor seria essa manchete: “Crise econômica afeta a indústria naval brasileira, desemprego em massa”. Explico: em 2008, o presidente Lula encomendou 146 navios de apoio marítimo, 40 navios-sonda e 11 plataformas de petróleo, ainda que 28 navios desses navios serem construídos em chipyards brasileiros, ainda assim sem uma visão global nada adiantaria, sendo a navegação uma atividade internacionalizada. O investimento da nova frota é todo nacional. Ou seja, um “protecionismo”, este de si mesmo dependente, típico de um País logístico-infantil. Porém será que adiantaria uma mão-de-obra especializada pra construir um super post-panamax ou um twin pick?

E pra que servirá o PAC? Um penduricalho. Diga-se a propósito, se não fôssemos o País do carnaval, seriamos o País do penduricalho, todo emendado. Quase todos aqueles navios são financiados pelo FMM e o PAC, seria propício aos tempos atuais se todos fossem financiados pelos Eikes Batistas. Logo, teríamos um porto Brazil - a crises propício e bem assentado como qualquer indústria moderna, ou porto-indústria - independente do assistencialismo: seja de Leis, seja de uma cesta básica. A multimodalidade ao longo do tempo vai ficar a ver navios, fechada às nações amigas, enquanto houver uma política de remendos no Brasil dos milagres de santos de pés de barro e barbudos de fóruns sociais. Vamos perder eternamente o navio da história por querer com estes piratas.

Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

O amor é contagioso

Por Marco Gemaque
Urge a necessidade de fugirmos de estamentos tradicionais, mas para isto, há de haver uma relação mais próxima entre o humano e a alopatia. Esta com pretensão de panacéia e aquela desaparecendo com os nossos antepassados. Apesar do pesares temos uma luz no fim do túnel com estranhos tratamentos: musicoterapia, psicodrama, medicina chinesa, etc.Agradecemos à própria ciência por uma mudança de paradigma nos últimos tempo, pois foi provado cientificamente que amor remove montanhas, ou seja, uma relação direta entre a fé e uma possível cura. Pesquisadores analisaram um mesmo tipo de câncer em pessoas diferentes: um que tinha fé e o outro ateu. A primeira foi identificada um avanço à cura, porém a segunda o problema continuou. Neste mesmo exemplo, o primeiro tinha o carinho de familiares, contudo o segundo somente um filho o visitara. Ademais, aquele que recebia carinho familiar, músicas eram cantadas quase todos os dias e cânticos religiosos. Os pesquisadores concluíram: “a cura do câncer, no primeiro paciente, regrediu, devido a humanização que se deu sobre ele.” Um misto de fé, que tem como alicerce a união afetiva, desencadeou o antídoto pra uma possível melhora num paciente terminal.Foi descoberto, neste experimento que a relação médico-paciente é uma extensão do médico-família ou médico-humanização. Talvez a relação humana entre médico e o paciente, que outrora existira, se perdeu com os diagnósticos mais precisos e com a indústria dos medicamentos. A comunidade médica, principalmente a alocada no nosso sistema único de saúde falido, precisa identificar algo além do estetoscópio: a holística de Mãe-tera, olhando pro ventre humano ou animal. Pois, um século é o suficiente pra ser moldado uma revolução psíquica. E havia muito mais que isso quando surgiu a medicina moderna, pois uma selvagem lambeu, e ainda lambe, a sua cria pra imunizá-la e pra “contaminar” a civilização.

Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008

Humano-exato

Por Marco Gemaque

Humano-exato

É muito fácil preencher lacunas do conhecimento, porém a personalidade não se atinge com software ou qualquer outro mecanismo do mundo contemporâneo. Há, sem sombra de dúvida, uma contribuição importante para a cidadania este advento, a globalização, que começou na baixa Idade Média e está no nosso clique do dia a dia. Entretanto sem o apoio familiar, o outro nome do bom senso que freia o excesso legado pela tecnologia da informação, voltaremos aos dias pregressos da história.

Há uma “fórmula” muito complexa a ser resolvida nas bases sociológicas brasileira: um buraco negro deixado pela falta de cumutatividade no processo civilizatório. O Brasil passou muito rápido da enxada à televisão digital. Logo, o afã, em todos os níveis da sociedade, em relação ao novo, sonegando o processo pedagógico, nos deixa perdido entre GPS e a mais nova versão do Windows.

Se não houver consciência da complexidade da educação sob a égide da tecnologia.... Esvair-se-á esta com suas múltiplas formas de utilização e, assim, legar-nos-ão o óbvio: uma Web como um telefone muito barato e acessível ou de um correio cada vez mais abreviado, isto é, a língua portuguesa, em nível digital, cada dia mais maltratada nos blogs e MSN.

Compreende-se que a inovação tecnológica a serviço da cidadania implica informação e sabedoria, a fim de gerar uma ciência humana e exata. Exata o suficiente pra ser humana e humana o suficiente pra ser exata. Eis uma dicotomia nos novos tempos.